FLICA 2013 – Festa Literária Internacional de Cachoeira

flica
Programação :: Geral

QUARTA 23/10

Pátio do Telão

18h – Show de Abertura
Orquestra Sinfônica da Bahia – OSBA
Concerto “Uma Tarde em Veneza”

Programação Principal

20h – Mesa de Abertura: “Enfrascar o Cotidiano”
Cristóvão Tezza e Fabrício Carpinejar
Mediador: Jackson Costa

QUINTA 24/10

Programação Principal

10h – Mesa 02: “Qualquer Um Poeta”
Elieser Cesar e Karina Rabinovitz
Mediador: Jackson Costa

15h – Mesa 03: “Vidas Comuns, Vidas Notáveis”
Mário Magalhães e Ana Tereza Baptista
Mediador: Jackson Costa

19h – Mesa 04: “1889 – Clientes, Coronéis e a República”
Laurentino Gomes e Eduardo Bueno
Mediador: Aurélio Schommer

Fliquinha

9h às 18h
Turma do Xaxado com Antônio Cedraz
Exposição + visita guiada para as crianças

9h30 – Contação da história “Maria & Maria”
Griô Cássia Vale

11h – Bate-papo
Cristina D’ávila

15h – Oficina
Oficina de Quadrinhos Mundo Novo – Maurício Santil

17h – Lançamento de livro e Oficina
“A Saga do Menino Callu” – Gilberto Pinto

18h – Voz e Violão
Saulo

Programação Musical

22h – Show 02
Gêge Nagô

SEXTA 25/10

Programação Principal

10h – Mesa 05: “O Não Legado da Literatura”
Ewan Morrison (Escócia) e Sérgio Rodrigues
Mediador: Rosel Soares

15h – Mesa 06: “Lirismo, Sonhos e Imaginários”
Kiera Cass (EUA) e Gláucia Lemos
Mediador: Rosel Soares

19h – Mesa 07: “Entre Flores e Espartilhos”
Sylvia Day (EUA) e Állex Leilla
Mediador: Jorge Portugal

Fliquinha

9h às 18h
Turma do Xaxado com Antônio Cedraz
Exposição + visita guiada para as crianças

9h30 – Contação da história “História de Tenengo”
Griô Cássia Vale

11h – Bate-papo
Nairzinha

14h – Contação da história “Vovó do Mangue & Vovó do Mato”
Griô Cássia Vale

15h – Oficina
Oficina “Entre Versos” da Casa de Barro

17h – Bate-papo
Mabel Velloso

Programação Musical

22h – Show 03
Sarau do João

SÁBADO 26/10

Programação Principal

10h – Mesa 08: “Donos da Terra? – Os Neoíndios, Velhos Bons Selvagens”
Demétrio Magnoli e Maria Hilda Baqueiro Paraíso
Mediador: Jorge Portugal

14h – Mesa 09: “A Velocidade da Contemplação Moderna”
Joca Reiners Terron e Tom Correia
Mediador: Jackson Costa

17h – Mesa 10: “Afetos e Ausências”
Carola Saavedra e Leticia Wierzchowski
Mediador: Rosel Soares

20h – Mesa 11: “As Imposições do Amor ao Indivíduo”
Jean-Claude Kaufmann (França) e Luiz Felipe Pondé
Mediador: Rosel Soares

Fliquinha

9h às 18h
Turma do Xaxado com Antônio Cedraz
Exposição + visita guiada para as crianças

9h30 – Contação da história “O Menino que a Caipora Carregou”
Griô Cássia Vale

11h – Bate-papo
Enéas Guerra

14h – Contação da história “Vovó do Mangue & Vovó do Mato”
Griô Cássia Vale

15h – Bate-papo
Ciça Fittipaldi

17h – Teatro
Alvorocinho

Programação Musical

22h – Show 04
Armadinho – Homenagem a Dorival Caymmi

Pátio do Telão

13h30 – Teatro
Alvoroço

DOMINGO 27/10

Programação Principal

10h – Mesa de Encerramento: “Ndongo, Ngola, Angola, Bahia”
Pepetela (Angola) e Makota Valdina
Mediador: Jorge Portugal

Mais informações sobre o evento podem ser conferidas no site http://www.flica.com.br/

Vale muito a pena prestigiar um evento interessantíssimo como esse!

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Kertész doa o seu arquivo à Academia de Artes de Berlim

O escritor húngaro Imre Kertész, prêmio Nobel da Literatura em 2002, doou os seus arquivos literários à Academia de Artes de Berlim naquilo a que as autoridades alemãs consideram “um gesto de confiança e de reconciliação” deste sobrevivente do Holocausto.

“Imre Kertész é ao mesmo tempo uma testemunha e uma voz literária contra o esquecimento”, sublinhou o ministro da Cultura alemão, Bernd Neumannn, em comunicado citado pela France Press.

“É um gesto comovente de confiança e de reconciliação que Imre Kertész, como sobrevivente do Holocausto, dê a sua obra excecional a uma academia da capital alemã”, afirmou.

Os arquivos literários do escritor, que vive em Berlim, integram vários manuscritos de romances, cadernos de notas, ensaios, discursos, correspondência com editores, revistas e instituições.

Imre Kertész, de 83 anos, nasceu numa família judia de Budapeste. Foi deportado em 1944, quando tinha 15 anos, para Auschwitz e depois para Buchenwald. Foi libertado em 1945. A experiência nos campos de concentração atravessa toda a sua obra, desde o primeiro livro, ‘Sem Destino’, publicado em 1975.

Esta semana o autor anunciou que ia deixar a escrita por considerar que já não tem mais nada a dizer sobre este assunto: “Já não quero escrever. A obra que está tão relacionada com o Holocausto está concluída para mim”, explicou.

Em Fevereiro deste ano, Imre Kertész deu uma entrevista ao jornal ‘Le Monde’ na qual falava sobre o envelhecimento: “Estou doente. (…) Uma das consequências de eu estar a tomar medicação é que não morri, como seria de esperar, mas faltam-me frequentemente as palavras”. Disse-o com humor, como um aviso à jornalista que o entrevistava.

Fonte: Diário de Notícias

A Ordem dos Arquivistas: Centésimo

Título

A Ordem dos Arquivistas: Centésimo

Autor

Ricardo Sodré Andrade (facebooktwitter)

Sinopse

Em um grande vale, uma enorme fortaleza incrustada entre as montanhas abriga o maior arquivo da Ordem dos Arquivistas, uma antiga organização cuja missão é guardar os registros produzidos e acumulados pelos reinos daquele mundo. Neste lugar, um jovem iniciou uma busca por seu tio, um membro da Ordem que desapareceu misteriosamente. Em sua jornada pelo vale, o sobrinho do arquivista acaba descobrindo a relação de sua família com uma antiga lenda, as maravilhas de um dos ofícios mais respeitados do continente e a realidade por trás de algumas das fantásticas histórias contadas às crianças ao longo das eras.

Ficha Técnica

Editora: Literata (facebook)
Capa e diagramação: Cristiane Viana
Ilustração de capa: Yuji Schmidt
Revisão de texto: Celly Borges
ISBN: 9788563586667
Ano: 2012
Páginas: 144
Valor: R$ 25,00
Redes: Skoob

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Prólogo [PDF]

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Em breve. Receba um aviso por email!

Mais sobre o livro no site: http://www.arquivista.net/ordem/

Literatura: Queda do Muro e Reunificação – Contextos

Mensagem enviada por Álvaro Almeida, do Centro de Informação & Bibliotecas Goethe-Institut de Salvador/BA.

“A queda do Muro de Berlim é um acontecimento histórico de grande relevância para a Alemanha e a política internacional. Esta semana se comemoram os vinte anos do evento e a imprensa internacional deu destaque ao fato em vasta cobertura. Edições especiais dos jornais e revistas em todo mundo documentaram em reportagens, entrevistas e ensaios as mudanças ocorridas em Berlim e na Alemanha desde a reunificação do país.
E nas artes, especialmente na literatura, que repercussão obteve o fato?
Visando possibilitar aos leitores conhecer as várias obras publicadas sobre o tema, enviamos anexo o informativo abordando o contexto e os autores:”
http://www.goethe.de/kue/lit/prj/lwe/hin/pt4278641.htm

Literatura e cinema: traduções intersemióticas

Retransmitindo a mensagem sobre o lançamento do livro Literatura e cinema: traduções intersemióticas. Salvador: Ed. da UNEB, 2009.

SOUZA, Licia Soares de.

Este livro, incontornável para estudiosos do cinema, elabora uma análise de filmes, adaptados de narrativas literárias, dos anos 1960 a 2007. Inicia-se com Quarup, de Antonio Callado, de 1964, pelo fato dessa narrativa abranger um período bastante crucial para a compreensão da política nacional atual: de 1954 a 1964, passa-se do getulismo à ditadura militar. Nesse período, Callado traz à luz diversas utopias e correntes de pensamento que floresceram na sociedade brasileira: o cubanismo, o trotkismo, o indianismo, o jaguncismo guerrilheiro, as Ligas Camponesas, etc.

O estreitamento do debate sobre a passagem do texto literário ao texto fílmico começa pelo enfoque da tradução intersemiótica, trabalhada por Júlio Plaza (2001), baseada na teoria semiótica de Peirce, que autoriza a tradução de textos, através das funções mediadoras dos signos repartidos em categorias fenomenológicas que apresentam relações de autogeração de sentido. A infinitude da cadeia semiótica, as transmutações de signo em signo, nas três categorias da virtualidade, da existência e da lei, fazem com que a tradução dê conta de um feixe de possibilidades de transformação de segmentos textuais de um veículo para outro. Em termos de tradução semiótica, envereda-se pela área fílmica e busca-se o equivalente das seqüências literárias na grande sintagmática de Christian Metz, que constitui exatamente ma classificação de segmentos narrativos.

Outros filmes, traduzidos de livros, são analisados, testemunhando a dinâmica da cultura brasileira contemporânea: O que é isso companheiro, Outras estórias, A terceira margem do rio, A guerra de Canudos, Incidente em Antares, Lamarca, Cidade de Deus, Tropa de elite.

Conforme Pedro Barboza, na “orelha” da obra:

Literatura e cinema: traduções intersemióticas discorre sobre as várias formas de constituição de textos abrangidos pelo título na produção estética brasileira das quatro últimas décadas. Refletir sobre um dos modos importantes de nossa produção ficcional é a que se debruça Lícia Soares de Souza. O trânsito de textos da literatura ao cinema avolumouse nos últimos quarenta anos , coincidindo também com as condições em que se observa 25 a emergência do pós-moderno. A autora busca analisar o modo como se processa esse diálogo entre textos ficcionais, documentos de memória e a produção cinematográfica.

Para tanto, aborda obras que se apropriam de temas históricos, políticos e a contemporaneidade urbana. A violência é o eixo que reúne o corte efetuado para as análises, indo, tematicamente, de A Guerra de Canudos, de Sérgio Resende, a Tropa de elite, de José Padilha. Esta grande contribuição prática do livro aos estudos literários e da semiologia do cinema vem precedida de todo um aporte teórico que situa o leitor na compreensão da estética da violência entre nós”.

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