A aventura virtual da escrita

Exposição digital organizada pela Biblioteca Nacional da França usa o rico acervo da instituição para contar a história da escrita.

escritaO surgimento da escrita, há mais de 5 mil anos, foi resultado do desenvolvimento do comércio e da urbanização em algumas partes do mundo. Em seguida, a necessidade de novas formas de comunicação deu origem aos primeiros livros. É isso que mostra a exposição virtual “A aventura do livro”, organizada pela Biblioteca Nacional da França utilizando vários itens de seu acervo.

A mostra pode ser acessada no site http://classes.bnf.fr/livre/. Ao visitá-la, o internauta descobre que a escrita surge simultaneamente na Mesopotâmia e no Egito no IV milênio a.C., e na América Central e no sul da Índia no II milênio a.C. Com o passar do tempo os sistemas se tornam cada vez mais complexos, como mostra o site por meio de vídeos.

A exposição apresenta diferentes tipos de escrita e suas descrições, além de indicar bibliografia complementar para pesquisa e disponibilizar várias ilustrações, tudo de forma didática e organizada.

Vale a pena conferir!

Fonte: Pesquisa Mundi

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Conferência Setorial de Arquivos

Programação_Setorial_ARQUIVOS,_MEMÓRIA_E_HISTÓRIA

Seminário História Social do Futebol

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Lançamento da publicação “Arquivo Nacional 1808-2012”

arquivonacionalA que época remonta o desejo de guardar a memória das práticas políticas e das relações econômicas e sociais? Como o Estado moderno centralizou os arquivos governamentais? Em que contexto foi criado, no Brasil, um arquivo para guardar e conservar os documentos que pudessem interessar à “história do país e à administração em seus diferentes ramos?”
Essas são algumas das questões contempladas no livro “Arquivo Nacional: 1808-2012”, que aborda a trajetória do Arquivo Nacional desde a década de 1830 até os dias atuais.
Em suas páginas o leitor encontrará a história da mais relevante instituição arquivística do país. De guardião de documentos das secretarias de Estado, no Império, a órgão central do Sistema de Gestão de Documentos de Arquivo (SIGA), da administração pública federal , são 174 anos nos quais o Arquivo Nacional ocupou diversas sedes, da rua da Guarda Velha, hoje Treze de Maio, à Praça da República, onde está instalado, desde 2004, no conjunto arquitetônico criado para abrigar a Casa da Moeda.
Nessa longa trajetória alguns momentos merecem destaque como a gestão de Joaquim Pires Machado Portela, de 1873 a 1898. No século XX distingue-se o historiador José Honório Rodrigues que, logo no início da sua administração (1958-1963), instaurou um elemento crítico na história do Arquivo Nacional ao publicar um diagnóstico no qual assinalava a necessidade de modernizá-lo. Também merece destaque a gestão de Raul Lima (1969-1980), que filiou a instituição ao Conselho Internacional de Arquivos e à Associação Latino-Americana de Arquivos, ciente da relevância da articulação com esses organismos internacionais. Lima criou ainda o Mensário do Arquivo Nacional que, por dez anos, foi um importante instrumento de difusão de atividades técnicas e administrativas.
A ideia de modernização do Arquivo Nacional, tão cara a José Honório e a Raul Lima, seria retomada nos anos 1980, quando Celina Vargas do Amaral Peixoto assume a direção da Casa. Já alçada a órgão autônomo da estrutura direta do Ministério da Justiça, a instituição é transferida da Praça da República, nº 26, para o edifício anexo ao conjunto arquitetônico que, por tantos anos, abrigara a Casa da Moeda. Ainda na gestão de Celina ocorreram a fundação da Associação Cultural do Arquivo Nacional (ACAN) e a criação da revista Acervo, em 1986. Vale salientar que, na sua administração, foram lançadas as sementes para o papel que o Arquivo Nacional assumiria na década seguinte.
Nos últimos vinte anos fica evidenciado o processo de modernização do Arquivo Nacional e a sua capacidade de se articular junto à administração pública, aos órgãos de fomento e a organismos como a Unesco. Graças a isso, foi possível restaurar e equipar o conjunto arquitetônico tombado, promover eventos de difusão – além das exposições, o Recine, Festival Internacional de Cinema de Arquivo -, a edição de livros, revistas e sítios eletrônicos, realizar o concurso de monografias Prêmio Arquivo Nacional de Pesquisa, capacitar os servidores e prestar assistência técnica no país e no exterior, entre tantas outras iniciativas. Também cabe registrar a reestruturação da unidade regional no Distrito Federal, a criação do Conselho Nacional de Arquivos (Conarq) e a integração da instituição aos organismos internacionais na área de arquivos.
Mais recentemente, o Arquivo Nacional vem, a partir do Sistema de Gestão de Documentos de Arquivo da Administração Pública Federal (SIGA), no qual atua como órgão central, coordenando, controlando, orientando e operando de maneira orgânica na gestão desses documentos .
Merece registro especial o empenho da instituição no recolhimento, guarda e acesso aos documentos produzidos pelos órgãos da administração federal no período do regime militar, notadamente aqueles provenientes das extintas unidades de segurança e informações integrantes do Sistema Nacional de Informações e Contrainformação (SISNI).
O livro “Arquivo Nacional: 1808-2012” tem 64 páginas, custo de R$15,00, e pode ser adquirido na sede da Instituição ou pelo endereço eletrônico: vendasdepublicacoes@arquivonacional.gov.br

Arquivo da Revista do IHGB disponível na internet

Agora todos os arquivos do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), desde sua primeira edição em 1939 até os seus números mais recentes podem ser consultados e baixados, completos, no site do mesmo.
 
Trata-se de uma iniciativa memorável e extremamente importante para a história do Brasil em nosso país. Através de seus artigos é possível acompanhar a trajetória de algumas das visões históricas que foram dominantes em nosso país, seus avanços e retrocessos ao longo desses 174 anos de existência do periódico.
 
Para consultar o arquivo da Revista do IHGB, visite o endereço abaixo:

 
Fonte: Identidade 85

II Colóquio Ofício do Historiador

A Faculdade São Bento da Bahia – FSBB e o Núcleo de Pesquisa em Estudos Culturais – NPEC os convidam a participar do II COLÓQUIO OFÍCIO DO HISTORIADOR: Os Estudos Culturais e a Pesquisa em História

Inscrição nos Blogs

http://cahrablog.blogspot.com.br/2012/10/blog-post.html

http://npeculturais.blogspot.com.br/p/ii-coloquio-oficio-do-historiador.html

IGHB promove Curso sobre História da Bahia

O Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, com o apoio da Bahiatursa, promove o Curso HISTÓRIA DA BAHIA, no período de setembro a dezembro (uma semana por mês), das 14h às 16h. Com valor de inscrição em R$ 50,00 (cinquenta reais) e carga horária de 40 horas, as aulas tem a coordenação da professora Antonietta d´Aguiar Nunes (Ufba). Estão sendo oferecidas 160 vagas, com inscrição presencial na sede do IGHB – Avenida Joana Angélica, 43 – Piedade. Mais informações no tel. 71 3329 4463.

O que: Curso História da Bahia

Quando: setembro a dezembro de 2012 (quatro módulos)

SETEMBRO: 10 a 14

OUTUBRO: 15 a 19

NOVEMBRO: 05 a 09

DEZEMBRO: 03 a 07

Coordenadora e Instrutora: Antonietta D´Aguiar Nunes

Historiógrafa do Arquivo Público do Estado da Bahia por 30 anos

Professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia

Valor: R$ 50,00 (cinquenta reais)

Carga horária: 40 horas

Inscrição presencial: Avenida Joana Angélica, 43- Piedade

Alguns temas do programa:

Pré História Brasileira e baiana. Indígenas que aqui viviam. Descobrimento do Brasil na Bahia, escambo do pau brasil; expedições exploradoras e guarda-costeiras.

Falares do grupo lingüístico tupi-guarani (Profª Consuelo Ponde de Sena)

Capitanias hereditárias baianas em todo o sec. XVI: Todos os Santos, Ilhéus, Porto Seguro, Itaparica e Tamarandiva, Paraguaçu e Sergipe d´El rei. Governo Geral. Fundação de Salvador. Criação do bispado do Brasil. Aldeamentos indígenas.

Primeiros engenhos. Defesa da Bahia no sec. XVI. Administração municipal. O século XVII baiano. Açúcar como principal gênero no Recôncavo. A expansão pecuária: casas da Torre e da Ponte. Ocupação holandesa em Salvador. Defesa da Bahia no sec. XVII. Criação do Arcebispado.

O sec. XVIII baiano. Ouro em Rio de Contas e Jacobina. Novo plano de fortificação da cidade (João Massé, 1714). Sínodo diocesano, novas freguesias, Padroado. Igrejas e solares do período barroco baiano.

Anseios de liberdade: a revolução dos alfaiates ou dos búzios. Rebeliões escravas da 1ª metade do sec. XIX. Rebeliões constitucionalistas. Luta pela independência na Bahia.

A província da Bahia na primeira metade do sec. XIX. Revolução dos Malês. Sabinada. Criação do Liceu Provincial e da Escola Normal. Fontes Públicas. Seminário diocesano. Reformas de igrejas para o estilo neoclássico

A província da Bahia na segunda metade do sec. XIX. Cholera Morbus. Novos melhoramentos urbanos: chafarizes, iluminação a gás, estradas, elevador da Conceição. Movimentos Abolicionista e Republicano.

A Bahia republicana. Separação da Igreja e Estado. O episódio de Canudos. Advento da prosperidade cacaueira. Desenvolvimento de indústrias e movimentos grevistas. Bombardeio de Salvador e sua remodelação. A “involução” baiana.

10 – A revolução de 1930 e a chamada Era Vargas. Isaias Alves e sua atuação na Bahia. A Redemocratização de 1946, constituição estadual, governo Otávio Mangabeira e a atuação de Anísio Teixeira. Desenvolvimento baiano: CPE, descoberta e exploração do Petróleo, Centro industrial de Aratu, Pólo Petroquímico de Camaçari.

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