IFBA promove exposição para contar seus 106 anos

Expo IFBA

Uma viagem no tempo, através de fotografias que apresentam a arquitetura dos prédios antigos e o cotidiano de estudantes e servidores no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA), ao longo de seus 106 anos. É o que promete a exposição “A Fotografia como suporte à Memória”.

A exposição que ficará aberta à comunidade, gratuitamente, entre os dias 22 e 31 de março, é resultado do projeto de extensão de mesmo nome, desenvolvido em 2015 pela Coordenação de Memória Institucional, no qual foi feito um levantamento e foram coletadas fotografias do acervo do IFBA. “É a oportunidade de conhecer e apreciar, através da fotografia, a história da educação profissional e tecnológica na Bahia, constituindo-se, sem dúvida, uma ferramenta para evitar o esquecimento e garantir a memória”, ressaltou a organizadora do evento e coordenadora de memória institucional, Tassila Ramos.

Ainda de acordo com Tassila, a mostra percorrerá outros campi do Instituto que tenham interesse em recebê-la, como o campus Salvador, que será o próximo. “A fotografia também conta histórias, revela ambientes, fala sobre pessoas, ou seja, é um suporte para a memória, necessitando ser preservada e disponibilizada com os novos recursos tecnológicos existentes, no caso a digitalização”, finalizou Tassila.

A iniciativa tem o apoio das pró-reitorias de Extensão (Proex), de Desenvolvimento Institucional e Infraestrutura (Prodin); das diretorias de Gestão da Comunicação Institucional (Dgcom) e de Gestão da Tecnologia da Informação; além do curso superior de tecnologia em eventos.

Serviço:
Exposição fotográfica da história do IFBA “A fotografia como suporte à memória”.

De 22 a 31 de março de 2016, das 07 às 19 horas.

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Fotógrafo brasileiro lança livro sobre a crise mundial dos rinocerontes

a jornada do RinoceronteO fotógrafo documental brasileiro Érico Hiller lança no dia 3 de março, na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi, em São Paulo, o livro A Jornada do Rinoceronte, que retrata a atual situação dos rinocerontes, espécie ameaçada de extinção por conta da caça e do comércio ilegal de seus chifres. Segundo dados da ONG Save The Rhino, os rinocerontes podem ser extintos da natureza até 2026. 

Durante quase uma década, Érico se dedicou a pesquisar e entender mais sobre os rinocerontes e a situação atual da espécie. Neste período, o profissional viajou por dois anos para países como Índia, Vietnã, Zimbábue, Moçambique, África do Sul e Quênia para registrar o drama da caça furtiva deste animal que, segundo ele, “representa a forma como tratamos a vida na Terra”. Trata-se de uma grande narrativa em imagens sobre a insensatez humana. “Eis um ponto interessante, não é um livro sobre as belezas do rinoceronte, mas sobre o que as pessoas estão dispostas a fazer para matar o animal e depois vender partes de seu corpo no mercado negro. Isso pode fazer com que o rinoceronte chegue a uma rápida extinção e, após sobreviverem por mais de 50 milhões de anos, podem ter sua jornada interrompida no tempo de nossas vidas”, diz Hiller. O fotógrafo registrou imagens sensíveis, mas impactantes sobre pessoas que vivem o dia a dia dos rinocerontes, tanto dos que protegem como o cenário da matança. 

Após esta jornada, Érico Hiller compilou todas as informações nessa obra inédita na forma de um diário de viagens com relatos em primeira pessoa. Não se trata apenas de um livro com fotografias, mas de um projeto que tem como base o engajamento, a iniciativa da conservação. Érico conta que pretende conscientizar a população sobre a prevenção das cinco espécies de rinocerontes que ainda são encontradas no planeta e, consequentemente, poder oferecer ferramentas de informação e educação para aqueles que ainda supostamente consomem os chifres de rinoceronte na Ásia. 

Parte do valor arrecadado com as vendas de livros será doada para a causa dos rinocerontes, sendo direcionada para instituições que lutam pela preservação destas espécies no mundo. A proposta do fotógrafo é gerar reflexões e discussões por meio de seus trabalhos ambientais e humanitários. “Meu grande objetivo é usar a força da imagem para seguir semeando minha mensagem adiante e chamar a atenção do mundo para assuntos como este”, afirma Hiller.

Com um acabamento impecável, impresso em papel italiano Garda, o livro de 252 páginas, conta com 130 imagens e foi minuciosamente elaborado pelo autor juntamente com a Editora M’Arte para que tivesse um formato de livro de mão, leve e que pudesse ser carregado e lido em qualquer lugar. 

Érico Hiller atua como fotógrafo documental há doze anos e colabora com diversas publicações, como a National Geographic Brasil, Rolling Stone e Marie Claire. Em 2008 produziu um projeto sobre as tensões sociais e ambientais em grandes cidades dos países emergentes. Em 2011 Érico realizou um grande ensaio documental que alerta sobre a situação de pontos de nosso planeta que poderão simplesmente desaparecer. A Jornada do Rinoceronte é seu terceiro livro. Para conhecer o trabalho do fotógrafo visite seu perfil no Instagram @ericohiller

Serviço:

Lançamento do livro “A Jornada do Rinoceronte” 
Data: dia3 de março
Horário: à partir das 18h
Local: Shopping Iguatemi – Livraria Cultura, Av. Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo
Número de páginas: 252
Editora: M’Arte
Valor do livro: R$ 98,00

VII Salão de Fotografia do Mar

VIISalãoA exposição está sendo realizada no Museu Náutico do Farol da Barra desde o dia 16/12/2013 e vai até março de 2014.
O museu é situado em um dos principais cartões postais de Salvador/BA. A entrada é franca!
Mais informações sobre o Museu Náutico no site http://www.museunauticodabahia.org.br/

Exposição Fotográfica – 20 Anos de Revitalização do Centro Histórico

revitalização pelô

Exposição Fotográfica “Baía de Todos os Contrastes”

Exposição Fotográfica Caboclos de Itaparica

Exposição “Passado e Presente da Globalização Salvador – Hamburgo – Marselha”

Exposição “Passado e Presente da Globalização Salvador – Hamburgo – Marselha”, realizada pela Aliança Francesa e o Goethe-Institut/ICBA, entre o 10 de setembro e 16 de outubro de 2010.

As fotografias registram as marcas deixadas nas três cidades portuárias pela dinâmica da globalização, desde as conquistas territoriais do passado até as grandes transformações do século XXI.

Os fotógrafos:

Bernd Kleinheisterkamp

Nasceu em 7 de novembro de 1973, em Münster, Alemanha. Freqüentou a Academia das Artes em Ljubljana, na Slovênia (2001) e a Universidade de São Paulo (2004). Em 2007, recebeu o diploma de Fotografia, como orientando do Prof. Jörg Sasse. Vive atualmente em Bruxelas.

Cassio Vasconcellos

Nasceu em São Paulo, em 1965. Iniciou sua trajetória na fotografia em 1981, na escola Imagem-Ação. Durante sua carreira, seu trabalho pessoal, sempre voltado a projetos artísticos, percorreu muitas galerias e museus, no Brasil e pelo mundo. Freqüentemente é convidado a desenvolver novos projetos, como o “Arte/Cidade”, em 1994 e 2002.

Gaio Matos

Um dos artistas mais reconhecidos da nova geração baiana, tem participado de importantes mostras nacionais e internacionais, a exemplo da III Bienal do Mercosul (2004). Em 2008 realizou residências artísticas em Bombaim, decorrente da premiação no XIV Salão do MAM-BA, e em Paris, proporcionada pela Fundação Sacatar.

Olivier Dubuquoy

Fotógrafo e geógrafo, divide suas atividades entre a pesquisa, as reportagens fotográficas e o ensino na Universidade de Provença. Desenvolve uma cartografia sensível, que não se dispõe a ser objetiva. Já apresentou a exposição Photos de Villes de la Méditerranée (2008), na Fête de la Méditerrannée, em Marselha, e, juntamente com Jean-Claude, expôs Carbonne Rives et Dérives en Méditerranée (2007). Além disso, foi repórter fotográfico de uma missão da Associação Médecins du Monde, na Tanzânia (2007).

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