Diplomática Contemporânea como subsídio à organização de documentos de arquivo

A Associação dos Arquivistas da Bahia (AABA), com o apoio do DA Arquivologia (UFBA), promove a “Série Diálogos – Diplomática Contemporânea”.

OBJETIVOS: A série de mesas-redondas pretende abordar questões de interesse dos arquivistas a partir do diálogo interdisciplinar com outros campos teóricos afins. 

PÚBLICO ALVO: Arquivistas, bibliotecários, museólogos, estudantes e interessados em geral. 

TEMA: Diplomática Contemporânea como subsídio à organização de documentos de arquivo. 

PALESTRAS: 

  • Diplomática Contemporânea: identificação tipológica e manutenção de requisitos de autenticidade. (Prof. Dr. Daniel Flores – UFSM). 
  • Crítica Filológica: interfaces crítico-analíticas para estudo do texto. (Prof. Dr. Arivaldo Sacramento – UFBA).

Data: 19/05/17
Horário: 17: 00 às 19:00 horas
Local: Sala 1 – Instituto de Ciência da Informação (UFBA)

Certificado para ouvintes.

Inscrições pelo link: https://goo.gl/forms/tKe DLFueFODqNVf43

Dúvidas pelo e-mail: diretoriaaaba.comunicacao@ gmail.com 

Visite a página da AABAhttp://www.arquivistasbahia. Org

 

BPEB em foco: O viés dos arquivistas e bibliotecários sobre a documentação

Na próxima quarta (10), às 10h, a Biblioteca dos Barris, promoverá mais uma série BPEB em foco, com o tema: O viés dos arquivistas e bibliotecários sobre a documentação, nossas convidadas serão: Louise Anunciação Amaral e Lucidalva Pinheiro.
Inscrições através do e-mail: bpebinformacaoemfoco@gmail.com 

#BPEB

AABA – Posse da nova Diretoria

A AABA, Associação dos Arquivistas da Bahia, convida a toda a comunidade para a cerimônia de posse da nova diretoria – Gestão 2017/2019, que será realizada no dia 11 de abril de 2017, às 18h30, no auditório do Centro de Cultura Manuel Querino, que fica localizado na Câmara Municipal de Salvador.

Aproveitamos para parabenizar a nova diretoria, desejando todo êxito em seus projetos.

29/03/2017 – Eleição para a nova Diretoria da AABA

Nesta quarta-feira, dia 29 de março de 2017, das 09h às 19h no Instituto de Ciência da Informação da UFBA, ocorrerá a eleição para a nova gestão da Associação dos Arquivistas da Bahia (AABA) para o biênio 2017 – 2019.

Você, Bacharel em Arquivologia ou Técnico de Arquivo que é associado, compareça. É muito importante podermos ter a Associação em atividade.

Endereço: ICI/UFBA – Av. Reitor Miguel Calmon (parte superior), s/n – Campus Universitário do Canela. 40110-100 Salvador – BA 

Sugestões de Pauta para Reuniões do CONARQ

Conarq

1 – Quem pode participar:
• Profissionais e estudantes da área de Arquivologia;
• Associações de arquivistas;
• Profissionais que atuem nas áreas de ensino, pesquisa, preservação ou acesso a fontes documentais;
• Profissionais das áreas de Direito, Tecnologia da Informação, Preservação, História, Ciências Sociais e Administração Pública.

2 – Direcionamento da pauta
Envie sua sugestão para: conarq@arquivonacional.gov.br  ou para o endereço: Praça da República nº 173, Centro Rio de Janeiro, CEP: 20211-350.

Informe seu nome completo, formação, instituição que trabalha ou estuda e dados completos para contato (telefone, endereço e e-mail).

3 – Antecedência

As Sugestões devem ser enviadas com, pelo menos, 30 dias de antecedência. Depois disso, as chances de aprovação diminuem significativamente. Isso porque precisamos de tempo para encaminhar as sugestões para aos conselheiros.

4 – Assunto do e-mail
No assunto do e-mail, indicar sugestão de pauta e o assunto.
Exemplos:
Sugestão de pauta: Proposta de minuta de projeto de lei sobre XXX
Sugestão de pauta: Proposta de minuta de resolução sobre XXX…

Proposta de norma técnica sobre XXX
Proposta de manual de XXXXX

5 – Texto
No e-mail, inserir todas as informações pertinentes à pauta; cada detalhe faz a diferença. O resumo da sugestão deve estar no corpo do e-mail e a proposta em arquivo anexo.

6 – Erratas e alterações
Caso haja alterações na sugestão de pauta feita anteriormente, um novo e-mail deve ser enviado com o assunto indicando a errata.

Observação: Todas as sugestões encaminhadas serão analisadas e caso julgado pertinente poderá entrar na pauta do CONARQ. Poderá, ainda, a convite do presidente do CONARQ, participar da reunião, o autor da sugestão/proposta cuja pauta seja justificável.

Fonte: CONARQ

Manifesto do FNArq sobre o novo Diretor e a situação do Arquivo Nacional

FNArq AO Fórum Nacional das Associações de Arquivologia do Brasil – FNArq, colegiado que tem como finalidade, em regime de colaboração, congregar, coordenar e representar com autonomia os interesses das Associações de Arquivologia, atua em âmbito nacional perante as instituições competentes da sociedade. O FNArq é composto por associações de Arquivologia do Brasil, juridicamente estabelecidas, representadas por membros efetivos de suas diretorias, tendo sido oficialmente criado durante o VI Congresso Nacional de Arquivologia, ocorrido em outubro de 2014, em Santa Maria – RS.

O FNArq, ao defender os interesses e apoiar as reivindicações dos profissionais de Arquivo, vem por meio do presente manifesto demonstrar sua preocupação em relação à indicação do Dr. José Ricardo Marques para o cargo de Diretor Geral do Arquivo Nacional, em substituição ao Historiador e Arquivista, Professor Jaime Antunes da Silva.

Embora consideremos salutar a mudança de comando da Instituição, uma vez que há tempos esperamos por mudanças pertinentes ao campo dos arquivos que estão sob a égide do Arquivo Nacional, nos causa estranheza o fato da substituição de um diretor de cunho técnico e conhecedor da área, com relativa afinidade e envolvimento com a academia, com as associações profissionais e os eventos das mais diversas ordens, tanto no Brasil quanto no exterior, por uma pessoa sem qualquer inserção no universo arquivístico.

Além disso, o Diretor-Geral do Arquivo Nacional, a mais importante instituição arquivística do país, exerce a função de presidente do Conselho Nacional de Arquivos – CONARQ. “O Conselho Nacional de Arquivos – CONARQ é um órgão colegiado, vinculado ao Arquivo Nacional do Ministério da Justiça, que tem por finalidade definir a política nacional de arquivos públicos e privados, como órgão central de um Sistema Nacional de Arquivos – SINAR, bem como exercer orientação normativa visando à gestão documental e à proteção especial aos documentos de arquivo” Portanto, as ações do Arquivo Nacional têm impacto na gestão documental de todas as instituições e organismos da esfera pública, além de ser o órgão responsável pela gestão estratégica das informações contidas nos documentos de arquivo da esfera federal, e pela preservação da memória da sociedade brasileira. Ressalte-se que o Arquivo Nacional, por meio do Sistema de Gestão de Documentos de Arquivo da Administração Pública Federal – SIGA, regulamenta através de suas Resoluções e Instruções Normativas toda a gestão de documentos da administração pública federal, o que impacta no acesso à informação, nas ações de transparência, e na preservação da memória produzida e custodiada pelos órgãos públicos brasileiros.

Cabe enfatizar que toda a ação relacionada à Gestão Documental visa atender aos preceitos da Lei nº 12.527/2012, a Lei de Acesso à Informação – LAI, uma vez que estas ações são basilares para o atendimento da mesma.

Com o retorno do Arquivo Nacional ao Ministério da Justiça em 2011, foi realizada uma grande campanha que mobilizou instituições profissionais, estudantis, acadêmicas e científicas, que alcançou a adesão de mais de 3.000 pessoas por meio de petição pública online contra a medida. Graças à mobilização e sugestão do movimento da classe arquivística, ainda naquele ano o Ministério da Justiça promoveu a 1ª Conferência Nacional de Arquivos – CNArq para discussão e proposição de diretrizes para elaboração da Política Nacional de Arquivos. Com a participação de representantes do poder público, da comunidade acadêmica, das associações profissionais e da sociedade civil organizada, a 1ª CNArq, ao final dos trabalhos, aprovou 18 propostas e 25 moções. No entanto, desde então nada foi efetivamente contemplado e não há perspectivas de uma nova edição da CNArq.

Internamente, o Arquivo Nacional enfrenta sérios problemas relacionados ao quadro de servidores como, por exemplo, a inexistência de concurso público para reposição de cargos e de um plano de carreira condizente com o mercado de trabalho. Entre outras reivindicações, o FNARQ aponta que é premente uma reestruturação administrativa do órgão, com a regionalização do Arquivo Nacional e o fortalecimento do papel da Coordenação Regional do Distrito Federal, avigorando ainda o SIGA. Defende também maior participação social no CONARQ, ampliando a representação da sociedade civil e a presença de mais segmentos ligados ao setor de arquivos, a fim de contemplar demandas não atendidas até então.

Acreditamos também que o Arquivo Nacional deve fortalecer sua contribuição na área cultural, bem como na área de pesquisa e produção de conhecimento, interagindo com as instituições de ensino e pesquisa. Ademais, esperamos que o Arquivo Nacional e o Ministério da Justiça coloquem em prática as propostas e moções aprovadas na 1ª Conferência Nacional de Arquivos. Dessa forma, reiteramos nossa preocupação com a nova gestão do Arquivo Nacional e manifestamos nossa expectativa de maior diálogo com os profissionais arquivistas e os demais profissionais que atuam nos arquivos, com os docentes dos cursos de Arquivologia, com a comunidade arquivística em geral. Entendemos ser esse o caminho para que a área se fortaleça, ganhe expressividade e consiga implantar as ações de integração e modernização que os arquivos públicos e privados brasileiros tanto necessitam.

24 de janeiro de 2016.

Membros do FNArq:

Associação dos Arquivistas da Bahia – AABA
Associação Brasiliense de Arquivologia – ABARQ
Associação dos Arquivistas do Estado do Paraná – AAPR
Associação dos Arquivistas do Estado do Rio Grande do Sul – AARS
Associação dos Arquivistas do Estado do Rio de Janeiro – AAERJ
Associação de Arquivologia do Estado de Goiás – AAG
Associação dos Arquivistas do Estado do Espírito Santo – AARQES
Associação de Arquivistas de São Paulo – ARQ-SP
Associação de Arquivistas do Estado do Ceará – ARQUIVE-CE
Associação Mineira de Arquivistas – AMARQ
Associação de Arquivistas do Estado de Santa Catarina – AAESC
Associação dos Arquivistas da Paraiba – AAPB

#EBAM – Arquivo Público do Estado sediará VII Encontro Baiano de Arquivos Municipais

ebamO Arquivo Público do Estado da Bahia, unidade vinculada à Fundação Pedro Calmon/ Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, sediará nos dias 10 e 11 de novembro, o VII Encontro Baiano de Arquivos Municipais (EBAM), evento destinado a gestores e profissionais da área. O encontro tem como objetivo estabelecer diálogo com os gestores públicos de municípios e servidores que atuam nos arquivos públicos municipais do estado. Conferências, mesas redondas, oficinas de gestão e conservação preventiva documental são as atividades que integrarão a programação.

Para a diretora do Arquivo Público do Estado da Bahia, Maria Teresa Matos, o Encontro visa a mobilização, integração e cooperação intergovernamental em prol de políticas públicas voltadas para o setor de Arquivo. “A programação se concentra na discussão e na reflexão sobre políticas municipais de arquivos que assegurem o cumprimento da Constituição Federal de 1988 e da Lei de Acesso (nº 12.527, de 18/11/2011), além de proporcionar a troca de experiências, estimulando o aperfeiçoamento das práticas arquivísticas com vistas a assegurar a preservação e a difusão do patrimônio documental do Estado da Bahia”, frisou.

Confira aqui todas as informações sobre o EBAM.

Arquivo Público – Com 125 anos, o Arquivo Público do Estado da Bahia (APEB), unidade da Fundação Pedro Calmon/Secretaria de Cultura do Estado (FPC/SecultBA), é a segunda mais importante instituição arquivística pública do país. Em seu extenso e rico patrimônio estão custodiados documentos produzidos e acumulados no período colonial, monárquico e republicano brasileiro, que são diariamente consultados por pesquisadores de todo Brasil e de outros países. Um acervo organizado e estruturado desde 1890, quando o então governador do Estado da Bahia, Manoel Victorino Pereira, por meio de Ato, criou o Arquivo Público.

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