Preservação da Memória nos Arquivos

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Arquivo Público do Estado da Bahia integra a 1ª Semana Nacional de Arquivos

Os arquivos públicos têm papéis imprescindíveis na sociedade, pois são os guardiões da memória e da história de um povo. Com objetivo de ampliar a visibilidade dessas instituições e sua inserção na sociedade, acontecerá a 1ª Semana Nacional de Arquivos – Arquivos abertos, cultura e patrimônio. O Arquivo Público do Estado da Bahia (APEB) integrará a programação com diversas atividades.

Programação 1ª Semana Nacional de Arquivos

5 de junho, 14h30 às 16h – APRESENTAÇÃO: Como Consultar o Atom-APEB?

6 de junho – LANÇAMENTO: Cadastro online de Arquivos Públicos Municipais da Bahia

7 de junho, 14h30 às 17h – EXPOSIÇÃO “Memória do Mundo passa por Aqui”. Curadoria: Libânia da Silva Santos e José Roberto Dias

8 de junho, 14h30 às 16h – PALESTRA: Com a Palavra O Pesquisador. Tema: “Candomblé e Polícia nos Arquivos da Jogos e Costumes, dialogando com as fontes”. Palestrante: Profº Vilson Caetano

9 de junho | APEB de portas abertas – Manhã: 10h às 12h, Tarde: 14h às 16h.

Informações: (71) 3116-2140
Local: Arquivo Público do Estado da Bahia (Ladeira de Quintas, 50, Baixa de Quintas – Salvador, Bahia)

Arquivo Público da Bahia sedia oficina do Programa Memória do Mundo da UNESCO

A memória do mundo é a memória coletiva e documentada dos povos do mundo. De acordo com a UNESCO, é o legado do passado para a comunidade mundial presente e futura. Visando ampliar a difusão do Memory of the Word (MoW), a UNESCO promoverá Oficinas Regionais do Programa Memória do Mundo durante o prazo de submissão de candidaturas deste ano. 

Na Bahia, o Arquivo Público do Estado da Bahia será o anfitrião da 8ª Oficina do MoW Brasil – Região Nordeste. O evento acontecerá em 1º de junho, às 14h, no auditório da instituição. O diretor-geral da Fundação Pedro Calmon/SecultBA, Zulu Araújo, participará da mesa de abertura. No dia também haverá visita guiada aos conjuntos documentais do APEB e palestras com a diretora, Teresa Matos, e com professor Evergton Sales (UFBA), sobre orientações sobre o Edital 2017.

As Oficinas são ministradas por membros do Comitê MoW Brasil que têm conhecimento dos processos de montagem dos editais e revisões de candidaturas. Além disso, têm objetivo de diversificar o perfil das instituições que se candidatam e aperfeiçoar as propostas apresentadas de forma que estados e regiões que ainda não participaram, possam apresentar candidaturas qualificadas no Registro Nacional.

A oficina é voltada para instituições de gestão de patrimônio documental como arquivos, centros de documentação e memória, museus, universidades, secretarias e cultura e fundações. São 40 vagas gratuitas que podem ser garantidas através do e-mail memoriadomundo@arquivonacional.gov.br. Haverá certificado eletrônico para os participantes. 

Edição MoW 2017 – As candidaturas ao Registro Nacional do Brasil do Programa Memória do Mundo UNESCO 2017 ficarão abertas até 31 de julho. Serão selecionados documentos ou conjuntos documentais de natureza arquivística e bibliográfica – inclusive documentos audiovisuais –, custodiados em território nacional e de relevância para a memória da sociedade brasileira. O formulário de inscrição está disponível no sítio mow.arquivonacional.gov.br. 

Memória do Mundo no APEB – Vale salientar que o Arquivo Público do Estado da Bahia custodia quatro conjuntos documentais registrados no MoW-Brasil: Tribunal da Relação do Estado do Brasil e da Bahia (1652-1822); Registros de Entrada de Passageiros no Porto de Salvador (1855-1964); Cartas Régias (1648-1821) e Companhia Empório Industrial do Norte (1891-1973), respectivamente em 2008, 2010, 2013 e 2016. 

A diretora do APEB, Teresa Matos, destaca que são “títulos que confirmam o valor excepcional e o interesse nacional de acervos documentais que devem ser protegidos para benefício da humanidade”. A Bahia ainda custodia conjuntos do MoW no Arquivo Histórico Municipal de Salvador/ Fundação Gregório de Mattos, no Mosteiro de São Bento da Bahia e na Santa Casa de Misericórdia da Bahia.

Fonte: Fundação Pedro Calmon

APEB promove evento comemorativo do Dia do Arquivista

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#DiadoArquivista No dia 20 de outubro, arquivistas de todo o país celebram o Dia do Arquivista, que será registrado com atividades que tem o APEB como parceiro. No dia 25 (terça-feira), a partir das 13h, será realizado evento comemorativo no Auditório Arquivo Público do Estado da Bahia (Baixa de Quintas).

Confira a programação:

13h | Abertura
Reitor da UFBA (João Carlos Salles), Pró Reitoria de Ensino de Graduação da UFBA (Penildon Silva Filho), Diretora do ICI/UFBA (Hildenise Novo), Diretor Geral da FPC (Zulu Araújo), Diretora do Arquivo Público do Estado da Bahia (Teresa Matos), Coordenadores de Arquivologia do ICI/UFBA (José Carlos Sales e Derek Warwick) e Associação dos Arquivistas da Bahia (Herbet Menezes) e DA Arquivologia (Jorge Luiz Reis dos Santos).

13h30 | Atração musical
Ana Claúdia Medeiros (ICI/UFBA);

14h | Arquivologia e tecnologias em enfoque

Palestrantes
Gillian Queiroga – Novas perspectivas para a Arquivologia do século XXI;
Aurora Freixo – Gestão de documentos arquivísticos digitais: aspectos técnicos e legais;
Ricardo Sodré – Inovação e apropriação de tecnologias em gestão e representação arquivística: mobile, mídias sociais e fronteiras permeáveis;

Mediação
Maíra Salles

16h | Mesa Redonda

Palestrantes
Arquivística contemporânea: perspectivas e desafios profissionais.
Fabrício Vasconcelos – Perspectiva e experiência em consultoria documental no mercado baiano;
Ana Cláudia Cupertino (APEB/FPC) – Assistência técnica aos Arquivos Públicos Municipais;
Eduardo Motta Witzel e Ulle Viviane Barbosa Xavier – Relatos sobre a construção da TTD-atividade fim do APEB;

Mediação
Derek Tavares

17h | Lançamento do AtoM do APEB/FPC.
Adriana Sousa Silva (APEB/FPC);

17h30 | Encerramento.
Sorteio de livros / Quitutes arquivísticos.

I Seminário de Pesquisa em Arquivologia da UFBA

Seminário UFBARealizado pelo Instituto de Ciência da Informação da Universidade Federal da Bahia (UFBA), o I Seminário de Pesquisa em Arquivologia, em parceria com o Arquivo Público do Estado da Bahia, unidade vinculada a Fundação Pedro Calmon/Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, receberá até o dia até 07/06 resumos expandidos.

O evento acontecerá no período de 27 a 31/07, e encontra-se com as inscrições abertas, que podem ser feitas, gratuitamente, no site do Seminário. O evento visa estimular o debate sobre a pesquisa em Arquivologia, mediante a interlocução entre docentes, estudantes (iniciação científica, mestrado e doutorado) e profissionais. Além do apoio da Fundação Pedro Calmon, são parceiros do evento, a Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado da Bahia, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a Editora da Universidade Federal da Bahia, o programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da UFBA, os grupos de pesquisa CRIDI e GEPICC; bem com a Associação dos Arquivistas da Bahia.

Arquivo Público do Estado da Bahia– Unidade vinculada a Fundação Pedro Calmon/Secretaria de Cultura do Estado da Bahia foi criado em 16 de janeiro de 1890, sendo a segunda mais importante instituição arquivistica pública do país.

SERVIÇO

Endereço: Instituto de Ciência da Informação / UFBA

Rua Basílio da Gama, s/n – Campus Universitário do Canela

CEP: 40110-100 – Salvador/BA

Contato: Iseparq@ufba.br

Período do Seminário: 27 a 31 de Julho de 2015

Inscrição http://www.iseparquivologia.ici.ufba.br/

A submissão de resumos expandidos ocorrerá até 07/06/2015, em http://www.iseparquivologia.ici.ufba.br/

Arquivo Público da Bahia lança catálogo que resgata período colonial baiano

Pesquisadores, historiadores, arquivistas e todos interessados na história da Capitania da Bahia do século XVII ao XIX, agora, terão acesso aos registros em versões disponíveis em CD-ROM ou no Arquivo Público da Bahia. Esta coleção, composta por dois volumes, será lançada pela Fundação Pedro Calmon (FPC)/ SecultBA, na próxima quarta-feira (27), às 18h, no Palácio do Rio Branco e tornará pública parte importante da história do Estado. Estará presente ao lançamento a Profa. Dra. Esther Caldas Bertoletti, coordenadora do projeto que resultou nesta publicação.

Titulada de Catálogo de Fontes Manuscritos ‘Avulsos’ da Capitania da Bahia traz o acervo documental que, até então, somente podia ser consultado no Arquivo Histórico Ultramarinho, em Lisboa, Portugal. Os documentos tratam de cerca de 224 anos (1604-1828) do período colonial brasileiro, abordando, inclusive, a importância política administrativa da Bahia, para o desenvolvimento do Brasil e renovando os olhares de pesquisadores sobre a história nacional. Alem disto, os dois volumes contribuem para preservação da memória histórica nacional e na democratização do acesso ao patrimônio documental brasileiro. De acordo com a Professora do Instituto de Ciência da Informação da UFBA e diretora do Arquivo Publica da Bahia, Maria Teresa Matos, os resultados práticos na ampliação do detalhamento das pesquisas são imensuráveis. “O acervo reúne documentos textuais, de tipologias diversas, como abaixo-assinados, alvarás, cartas, decretos, despachos, estatutos, execuções, mapas, ordens régias, pareceres, regimentos, entre outros”, acrescenta Teresa.
A COLEÇÃO – A produção deste material se tornou viável a partir do Projeto Resgate de Documentação Histórica Barão do Rio Branco, coordenado pelo Ministério da Cultura, desde 1998. Este projeto é um a iniciativa Brasil – Portugal e foi conduzida a partir das comemorações de 500 anos do Brasil, envolvendo os dois países na execução e na formação da equipe técnica. Juntamente com a Bahia, outros 17 Estados tiveram cerca de 300 mil documentos identificados e digitalizados, todos referentes ao período colonial.
O acervo microfilmado e digitalizado é constituído de 19610 verbetes e assegura o resgate do patrimônio arquivistico comum Brasil-Portugal, sendo composta por mais 250 rolos de microfilmes. Para pesquisadores da história baiana, este documento tem um papel essencial, pois resgata, em grande parte, a época, na qual, Salvador era capital do país.
A diretora Teresa Matos ainda informa que os benefícios do Projeto Resgate motivaram o Arquivo Público da Bahia a adquirir uma máquina digitalizadora/microfilmadora para dar início à conversão dos documentos originais para o formato digital. “Essa conquista integra o projeto de modernização do acesso e da difusão de acervos do Arquivo Público da Bahia, e visa garantir preservação e a segurança do patrimônio arquivístico da Bahia e do Brasil”, ressalta.

Risco de incêndio suspende parte dos serviços do Arquivo Público da Bahia

As memórias da Bahia e do Brasil estão ameaçadas. O Arquivo Público da Bahia (APB) corre o risco de ser consumido pelo fogo, caso um incêndio atinja o acervo, constituído basicamente de documentos em papel e microfilme. Isso porque o prédio que abriga o patrimônio documental, a Quinta do Tanque, localizada na Baixa de Quintas, não possui sistema antifogo e dispõe apenas de 48 extintores.

Como agravante, o imóvel guarda umidade, o que causa danos à rede elétrica. Desde o último dia 10, parte da energia foi desligada e reparos de emergência estão sendo realizados a fim de evitar curtos-circuitos. Por conta disso, o arquivo está funcionando apenas parcialmente.

“Por duas vezes, o disjuntor desarmou. Para nós, este foi o sinal de perigo iminente”, conta Ubiratan Castro de Araújo, diretor da Fundação Pedro Calmon, que administra o arquivo. Araújo disse que a caixa de luz foi refeita e os fios estão sendo isolados por tubulações de PVC, e uma obra de requalificação do sistema elétrico será feita a partir de maio.

Prejuízos – De acordo com a diretora do arquivo, Maria Teresa Matos, a situação exige urgência. O ideal seria a mudança do APB para um prédio com mais espaço e ventilação adequada. “O imóvel já não comporta a quantidade de documentos e o excesso de umidade demanda higiene constante para evitar a ação de pragas”, revela Maria Teresa.

Mas as restrições orçamentárias do governo estadual vão dificultar uma solução deste tipo ainda em 2011. A FPC, no entanto, já articula parcerias com o departamento baiano do Instituto de Arquitetos do Brasil para que dois projetos sejam apresentados, um de adequação do prédio atual e outro de um novo imóvel a ser construído.

“Para pleitearmos recursos, temos que lançar projetos. Nosso objetivo é que obtenhamos a ampliação do orçamento do ano que vem”, diz o diretor da fundação.

Enquanto são feitos os reparos, boa parte dos serviços do APB estão suspensos, como as consultas à base de dados e aos microfilmes, o atendimento via telefone, as visitas escolares e o fornecimento de cópias de documentos civis.

Fonte: Jornal A Tarde

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