120 livros acadêmicos em formato digital para download gratuito

Download livros acadêmicosA Universidade Estadual Paulista (UNESP), através da Cultura Acadêmica, está disponibilizando 120 livros acadêmicos em formato digital para download gratuito.

Boa leitura: http://goo.gl/ecLJAA

Fundação Biblioteca Nacional lança Edital público para seleção de pesquisadores

Edital público para seleção de pesquisadores – Edição 2013

publicado em 26/8/2013 pelo site oficial da FBN

 Este edital tem como objetivo a seleção de pesquisadores para concessão de bolsas, visando incentivar a produção de trabalhos originais, desenvolvidos a partir de pesquisas nos acervos da Biblioteca Nacional.

A FBN concederá, através do Programa Nacional de Apoio à Pesquisa (PNAP), até 32 (trinta e duas) bolsas, com desembolso mensal, por um período de 1 (um) ano para pesquisadores brasileiros, natos ou naturalizados, ou estrangeiros com residência e visto permanentes no Brasil, e de 6 (seis) meses para pesquisadores estrangeiros, todas sem direito a renovação.

As bolsas, divididas em três categorias, estão previstas com a seguinte configuração:

11 bolsas para pesquisadores-doutorandos (matriculados como alunos regulares em programas de doutorado reconhecidos pela CAPES), no valor unitário de 26.400,00 (vinte e seis mil e quatrocentos reais), dividido em 12 (doze) parcelas mensais de 2.200,00 (dois mil e duzentos reais);

2 bolsas para pesquisadores-doutorandos estrangeiros, vinculados a cursos de pós-graduação de instituição reconhecida sediada no exterior, no valor unitário de 26.400,00 (vinte e seis mil e quatrocentos reais), dividido em 6 (seis) parcelas mensais de 4.400,00 (quatro mil e quatrocentos reais);

19 bolsas para pesquisadores-juniores, de Apoio Técnico à Pesquisa, matriculados como alunos regulares em cursos de graduação reconhecidos pelo MEC, no valor unitário 6.600,00 (seis mil e seiscentos reais), dividido em 12 (doze) parcelas mensais de 550,00 (quinhentos e cinquenta reais).

 EDITAL PÚBLICO PARA SELEÇÃO DE PESQUISADORES – EDIÇÃO 2013

Coleção Estudos Museológicos disponível para download

museológicosCom o objetivo de fortalecer a atuação dos profissionais de museus e valorizar o acervo presente nessas instituições, a Fundação Catarinense de Cultura (FCC), por meio do Sistema Estadual de Museus (SEM/SC), lança a Coleção Estudos Museológicos. Anualmente, será publicada uma edição trazendo à tona reflexões e práticas sobre temas pertinentes aos museus. O livro está disponível para download no link ao final desta matéria.

O primeiro volume apresenta orientações e procedimentos básicos para a conservação preventiva e a gestão de riscos para os acervos museológicos. Formatada pelas conservadoras/restauradoras de bens culturais Lia Canola Teixeira e Vanilde Rohling Ghizoni (integrantes da Associação Catarinense de Conservação e Restauração de Bens Culturais  – ACCR), a publicação será distribuída gratuitamente para todas as instituições museológicas, prefeituras municipais, bibliotecas e instituições de ensino.

Ou aqui

Fonte: Assessoria de Comunicação FCC

Morre Storm Thorgerson, designer de álbuns clássicos do rock

 Storm Thorgerson1

Faleceu ontem, aos 69 anos, o designer gráfico Storm Thorgerson. Storm foi responsável por trabalhos que estão imortalizados na história da música. Ele trabalhou com diversos artistas de destaque no cenário mundial, entre eles nomes como Led Zeppelin, Yes, Peter Gabriel e a parceria marcante com o Pink Floyd.

No site oficial do grupo consta a seguinte nota: “Nós estamos tristes com a notícia de que o gênio gráfico do Pink Floyd, amigo e colaborador, Storm Thogerson, morreu. Nossos sentimentos para a família e os seus muitos amigos.”
O guitarrista da banda, David Gilmour, declarou: “As obras que ele criou para o Pink Floyd, entre 1968 até agora, são uma parte indissociável da nossa obra. Eu vou sentir falta dele”.

 

 

Storm ThorgersonPara ter acesso ao conteúdo das obras do Storm Thorgerson, acesse o site oficial http://www.stormthorgerson.com/

Visite gratuitamente o museu de fotografia mais antigo do mundo

A arte de ir ao museu pode muitas vezes estar longe, fisicamente, do nosso alcance. Para o George Eastman House – museu mais antigo do mundo dedicado à fotografia e ao cinema – esta afirmação deixa de ser verdade. O museu abriu suas portas em 1949 na cidade de Nova Iorque e, hoje, abre suas portas virtuais disponibilizando um acervo de mais de 50 imagens, em alta resolução, no site do projeto Google Art Project.

Esta foi uma parceria firmada com o Google, que permite localizar onde a imagem foi feita, além de fazer uso de uma ferramenta de zoom que navega pela imagem e desvenda detalhes inéditos.

Obras históricas como as pirâmides do Egito são destacadas como parte do acervo de uma instituição independente, sem fins lucrativos, que vivia de passado e agora começa a fazer parte do moderno.

Fonte: Catraca Livre

Brasil contra a IMPUNIDADE!

Brasil contra a IMPUNIDADE

Brasil contra a IMPUNIDADE1

Solte a Voz

Estatais se blindam contra a Lei de Acesso à Informação

A nova Lei de Acesso à Informação, que veio com a promessa de abrir ao cidadão as informações de órgãos e empresas ligadas ao governo federal, deu com a cara na porta das estatais. Com o argumento de que precisam se proteger dentro de um mercado competitivo, essas empresas se mobilizaram para que não tivessem de estar sob o mesmo rigor da lei de transparência que os outros órgãos públicos. Receberam do governo, então, a autorização para classificar, elas próprias, as informações que seriam ou não estratégicas e definir, assim, o que divulgar para o cidadão.

Obviamente, faz todo sentido proteger dados relacionados diretamente com a atividade fim de empresas públicas e mistas, onde muitos cidadãos investem seu dinheiro por meio da compra de ações, com o objetivo de evitar o comprometimento de seu desempenho diante da concorrência. O problema é que as estatais quiseram se livrar da responsabilidade pela transparência no atacado, conseguindo que o texto da lei deixe uma margem de manobra que permitiria o uso da justificativa do interesse econômico para negar informações, por exemplo, de interesse político.

“O decreto que regulamenta a lei foi muito mal redigido, acho até que propositalmente. Acredito que houve pressão das próprias estatais e, pelo conhecimento que tenho do assunto, a Advocacia Geral da União (AGU) também agiu nesse sentido, para se posicionar melhor perante eventuais litígios no futuro”, afirma Fabiano Angélico, pesquisador da Fundação Getúlio Vargas especialista em transparência pública.

A redação da lei 12.527, sancionada pela presidente Dilma Rousseff em novembro do ano passado, deixava claro que todos os órgãos públicos, incluindo as estatais, teriam de abrir suas informações para o cidadão. No dia seguinte a entrada em vigor da lei, em 16 de maio, um decreto regulamentador restringiu a divulgação de dados das empresas públicas em regime de concorrência – como a Petrobras, Eletrobrás e Banco do Brasil -, às normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o que já acontecia antes da lei. Ou seja, na prática, nada mudou para essas empresas com a Lei de Acesso à Informação.

Fonte: Veja

Ajudem ao “Lar Pérolas em risco”

EM SALVADOR, a violência sexual contra crianças e adoles­centes é uma triste verdade. O dado mais recente, do primeiro semestre de 2010, aponta 491 ca­sos que acometeram meninas e meninos de 0 a 17 anos de idade. Para piorar, a quantidade de ins­tituições destinadas a acolher e reinserir socialmente as vítimas é bem pequena.

Se no governo do Estado existe apenas o Serviço de Aten­ção a Pessoas em Situação de Violência Sexual (Viver), na es­fera municipal não há nenhum projeto destinado exclusivamen­te para vítimas de abuso sexual.

Segundo instituições que trabalham no combate a este tipo de violência, as organiza­ções geridas pelo poder público respondem por 5% do trabalho desenvolvido para as vítimas em toda a Bahia.

Em Salvador, ONGs como o Lar Pérolas de Cristo, que aten­de a 116 crianças e adolescen­tes vítimas de abuso sexual ou abandono, além de 12 mães de jovens abusados, respondem pelos outros 95%. Mas a falta de recursos para administrar as ca­sas de acolhimento e suprir as necessidades dos internos vem dificultando o funcionamento das organizações.

Fundado pela merendeira Vera Lúcia Guimarães, o Lar Pérolas de Cristo funciona há 12 anos em Pa­ripe e recebe repasses municipais, estaduais e federais. “Juntas, as três esferas destinam R$ 425 por in­terno. Precisaríamos de pelo menos R$ 600, além dos custos de manu­tenção e salários. O poder público entra com 42% e eu, com os outros 58%, mas não consigo”, explica.

Nas regras para acolhimento do Conselho Nacional dos Direi­tos da Criança e do Adolescente e do Conselho Nacional de Assistên­cia Social, a idade máxima de per­manência nos acolhimentos é 18 anos. Mas a Justiça chega a levar sete para julgar crimes de violên­cia sexual. Durante esse período, os internos recebem atendimento psicossocial e educacional.

Reforma não sai por falta de dinheiro

Além das dificuldades finan­ceiras, o Lar Pérolas de Cristo en­frenta outro problema: a possível execução de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público (MP) em 2007. O TAC previa reforma da casa, mas a administradora não pôde assu­mir o compromisso. “Não tenho di­nheiro, não consegui executar nem metade. Se pudesse, faria uma am­pliação para receber até 200 inter­nos, e ainda seria pouco”, lamenta.

O MP apontou dificuldades como baixa escolaridade, falta de recursos e procedimentos inade­quados nos encaminhamentos, além de baixo apoio governamen­tal, rejeição familiar, lentidão da Justiça e preconceito. As possíveis soluções passam pelo aumento da rede de apoio, ampliação dos espa­ços e valorização do trabalho social.

Doações:

Banco Bradesco
Ag: 3551-3
CC: 12707-8

Reportagem do Jornal da Metrópole

e-lixo: Doando e Ajudando

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