Arquivo alemão sobre vítimas do Holocausto disponibilizado online

O arquivo alemão International Tracing Service anunciou esta segunda-feira a publicação online do seu inventário da época do Holocausto, que inclui cerca de 30 milhões de documentos sobre a perseguição nazi, o trabalho forçado e o destino dos sobreviventes.

Responsáveis do arquivo, de Bad Arolsen (centro-oeste), disseram ainda que partes do espólio que foram sujeitas apenas a uma indexação preliminar também vão ser disponibilizadas. Descrições mais pormenorizadas serão acrescentadas gradualmente.

O International Tracing Service (ITS) foi criado pelos Estados Unidos e os aliados após o fim da II Guerra Mundial, com o objetivo de investigar o que aconteceu às vítimas do Holocausto: informação sobre o período de detenção, trabalho forçado e assistência no pós-Guerra.

Em 2007, foi permitido o acesso de acadêmicos e investigadores aos documentos, iniciando-se a transformação de arquivo para instituição de investigação. O espólio do ITS foi inscrito em 2013 pela UNESCO na lista de patrimônio documental “Memória do Mundo”.

Fonte: Observador

APEB promove evento comemorativo do Dia do Arquivista

dia-do-arquivista

#DiadoArquivista No dia 20 de outubro, arquivistas de todo o país celebram o Dia do Arquivista, que será registrado com atividades que tem o APEB como parceiro. No dia 25 (terça-feira), a partir das 13h, será realizado evento comemorativo no Auditório Arquivo Público do Estado da Bahia (Baixa de Quintas).

Confira a programação:

13h | Abertura
Reitor da UFBA (João Carlos Salles), Pró Reitoria de Ensino de Graduação da UFBA (Penildon Silva Filho), Diretora do ICI/UFBA (Hildenise Novo), Diretor Geral da FPC (Zulu Araújo), Diretora do Arquivo Público do Estado da Bahia (Teresa Matos), Coordenadores de Arquivologia do ICI/UFBA (José Carlos Sales e Derek Warwick) e Associação dos Arquivistas da Bahia (Herbet Menezes) e DA Arquivologia (Jorge Luiz Reis dos Santos).

13h30 | Atração musical
Ana Claúdia Medeiros (ICI/UFBA);

14h | Arquivologia e tecnologias em enfoque

Palestrantes
Gillian Queiroga – Novas perspectivas para a Arquivologia do século XXI;
Aurora Freixo – Gestão de documentos arquivísticos digitais: aspectos técnicos e legais;
Ricardo Sodré – Inovação e apropriação de tecnologias em gestão e representação arquivística: mobile, mídias sociais e fronteiras permeáveis;

Mediação
Maíra Salles

16h | Mesa Redonda

Palestrantes
Arquivística contemporânea: perspectivas e desafios profissionais.
Fabrício Vasconcelos – Perspectiva e experiência em consultoria documental no mercado baiano;
Ana Cláudia Cupertino (APEB/FPC) – Assistência técnica aos Arquivos Públicos Municipais;
Eduardo Motta Witzel e Ulle Viviane Barbosa Xavier – Relatos sobre a construção da TTD-atividade fim do APEB;

Mediação
Derek Tavares

17h | Lançamento do AtoM do APEB/FPC.
Adriana Sousa Silva (APEB/FPC);

17h30 | Encerramento.
Sorteio de livros / Quitutes arquivísticos.

Sugestões de Pauta para Reuniões do CONARQ

Conarq

1 – Quem pode participar:
• Profissionais e estudantes da área de Arquivologia;
• Associações de arquivistas;
• Profissionais que atuem nas áreas de ensino, pesquisa, preservação ou acesso a fontes documentais;
• Profissionais das áreas de Direito, Tecnologia da Informação, Preservação, História, Ciências Sociais e Administração Pública.

2 – Direcionamento da pauta
Envie sua sugestão para: conarq@arquivonacional.gov.br  ou para o endereço: Praça da República nº 173, Centro Rio de Janeiro, CEP: 20211-350.

Informe seu nome completo, formação, instituição que trabalha ou estuda e dados completos para contato (telefone, endereço e e-mail).

3 – Antecedência

As Sugestões devem ser enviadas com, pelo menos, 30 dias de antecedência. Depois disso, as chances de aprovação diminuem significativamente. Isso porque precisamos de tempo para encaminhar as sugestões para aos conselheiros.

4 – Assunto do e-mail
No assunto do e-mail, indicar sugestão de pauta e o assunto.
Exemplos:
Sugestão de pauta: Proposta de minuta de projeto de lei sobre XXX
Sugestão de pauta: Proposta de minuta de resolução sobre XXX…

Proposta de norma técnica sobre XXX
Proposta de manual de XXXXX

5 – Texto
No e-mail, inserir todas as informações pertinentes à pauta; cada detalhe faz a diferença. O resumo da sugestão deve estar no corpo do e-mail e a proposta em arquivo anexo.

6 – Erratas e alterações
Caso haja alterações na sugestão de pauta feita anteriormente, um novo e-mail deve ser enviado com o assunto indicando a errata.

Observação: Todas as sugestões encaminhadas serão analisadas e caso julgado pertinente poderá entrar na pauta do CONARQ. Poderá, ainda, a convite do presidente do CONARQ, participar da reunião, o autor da sugestão/proposta cuja pauta seja justificável.

Fonte: CONARQ

Palestra – Digitalizando Documentos Ameaçados

palestra digitalizaçãoAs 450 mil imagens de Livros de Notas produzidos na Bahia em mais de dois séculos, 1664 a 1889 e custodiados no Arquivo Público do Estado da Bahia (APEB) – unidade vinculada à Fundação Pedro Calmon/ Secretaria de Cultura do Estado, estão sendo digitalizadas e estarão disponíveis para consulta online em dois anos. Mas, antes disso, quem quiser conhecer mais sobre estes documentos, e o processo de digitalização que está sendo coordenado pelo professor e pesquisador Urano Andrade no Arquivo, poderá assistir à palestra que o mesmo dará, dia 7 de abril, às 14h30, na unidade, localizada na Baixa de Quintas, em Salvador. A palestra Digitalizando documentos ameaçados: os livros de notas da Bahia 1664-1889 será aberta ao público, sem inscrição.

Iniciada em 16 de maio de 2015, a digitalização é fruto de projeto idealizado pelo historiador, professor universitário e escritor, João José Reis, em parceria com a Fundação e o Programa de Pós-Graduação em História (PPGH) da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH) da Universidade Federal da Bahia (UFBA), além de apoio da Biblioteca Britânica, mediante o Endangered Archives Program (Programa Arquivos Ameaçados de Extinção). A partir de maio de 2017, os documentos digitalizados serão disponibilizados online pela Biblioteca Britânica e poderão ser consultados, sem ônus, em casa ou nas universidades a partir dos computadores dos interessados.

Projeto

O projeto visa assegurar a preservação, em formato digital, de parte do extenso acervo documental custodiado pelo Arquivo Público do Estado da Bahia. “A série documental escolhida para este projeto, os Livros de Notas dos tabeliães, é fundamental para a escrita da história social e econômica da Bahia. São documentos que já vêm sendo usados há décadas pelos pesquisadores. São, com freqüência, consultados pelo público em busca de documentos sobre história familiar, cadeias sucessórias de imóveis, limites de propriedade, entre outros assuntos”, explica João José Reis. Por sua antiguidade e fragilidade, os documentos correm risco de extinção. Segundo Urano, até o momento, foram digitalizadas 120 mil imagens. “Essa primeira fase do projeto corresponde aos livros que se encontram em estado delicado de conservação, o que implica em um processo mais lento. A próxima etapa será dinamizada devido a melhores condições dos livros”, revela.

Fonte: Fundação Pedro Calmon

IFBA promove exposição para contar seus 106 anos

Expo IFBA

Uma viagem no tempo, através de fotografias que apresentam a arquitetura dos prédios antigos e o cotidiano de estudantes e servidores no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA), ao longo de seus 106 anos. É o que promete a exposição “A Fotografia como suporte à Memória”.

A exposição que ficará aberta à comunidade, gratuitamente, entre os dias 22 e 31 de março, é resultado do projeto de extensão de mesmo nome, desenvolvido em 2015 pela Coordenação de Memória Institucional, no qual foi feito um levantamento e foram coletadas fotografias do acervo do IFBA. “É a oportunidade de conhecer e apreciar, através da fotografia, a história da educação profissional e tecnológica na Bahia, constituindo-se, sem dúvida, uma ferramenta para evitar o esquecimento e garantir a memória”, ressaltou a organizadora do evento e coordenadora de memória institucional, Tassila Ramos.

Ainda de acordo com Tassila, a mostra percorrerá outros campi do Instituto que tenham interesse em recebê-la, como o campus Salvador, que será o próximo. “A fotografia também conta histórias, revela ambientes, fala sobre pessoas, ou seja, é um suporte para a memória, necessitando ser preservada e disponibilizada com os novos recursos tecnológicos existentes, no caso a digitalização”, finalizou Tassila.

A iniciativa tem o apoio das pró-reitorias de Extensão (Proex), de Desenvolvimento Institucional e Infraestrutura (Prodin); das diretorias de Gestão da Comunicação Institucional (Dgcom) e de Gestão da Tecnologia da Informação; além do curso superior de tecnologia em eventos.

Serviço:
Exposição fotográfica da história do IFBA “A fotografia como suporte à memória”.

De 22 a 31 de março de 2016, das 07 às 19 horas.

Campanha de Criação e Desenvolvimento de Arquivos Públicos Municipais

O Conselho Nacional de Arquivos (CONARQ), órgão colegiado vinculado ao Arquivo Nacional do Ministério da Justiça, está empreendendo uma campanha de conscientização e sensibilização junto aos prefeitos, prefeitas e presidentes de câmaras municipais para a criação de arquivos públicos municipais.

Esta campanha, denominada Campanha de Criação e Desenvolvimento de Arquivos Públicos Municipais, tem como objetivo principal informar e sensibilizar as autoridades públicas municipais e também os cidadãos acerca da importância dos arquivos públicos para a boa governança, construção da memória e preservação da identidade histórica e cultural da comunidade local.

Outro objetivo da campanha é estimular a implementação de programas de gestão de documentos e informações públicas no âmbito das prefeituras e das câmaras de vereadores, com a finalidade de apoiar os municípios brasileiros a tornar a administração pública municipal mais transparente e eficaz, garantindo dessa forma o direito de acesso às informações e servindo como instrumento para o exercício pleno da cidadania.

A implantação de políticas públicas de gestão de documentos em esfera municipal é condição indispensável para que as administrações municipais garantam o acesso à informação, o controle das finanças públicas e a transparência administrativa, beneficiando diretamente, nesse processo, os municípios e seus cidadãos.

O Arquivo Público Municipal

O arquivo público municipal, importante fonte de informação, é peça-chave para a melhoria da boa governança do Estado e para o atendimento das demandas relacionadas à cidadania, como, por exemplo, informações sobre os atos governamentais, andamento e solução de questões administrativas, econômicas e jurídicas, bem como informações sobre saúde, educação, meio ambiente, raízes históricas do município, festas e costumes regionais.

O arquivo público municipal é um órgão especificamente dedicado e responsável pelo conjunto de documentos produzidos, recebidos e acumulados por órgãos públicos municipais no exercício de suas atividades, ou seja, pelos poderes Executivo e Legislativo, representados, respectivamente, pela prefeitura e pela câmara dos vereadores, em decorrência de suas funções administrativas e legislativas. O arquivo público municipal tem por finalidade implementar, avaliar e monitorar políticas públicas de gestão de documentos e informações, envolvendo importante conjunto de programas de gestão, tratamento técnico, transferência, recolhimento, preservação, disponibilização e divulgação de documentos e informações produzidos, recebidos e acumulados pelo poder público municipal, em qualquer suporte ou formato.

Nesse sentido, o arquivo público municipal destaca-se como um órgão indispensável para o planejamento, controle, transparência, eficácia e efetividade da administração municipal, assegurando o cumprimento da Constituição Federal de 1988.

Arquivo Público Municipal – Serviços e Cidadania

No arquivo público municipal, o gestor público e os cidadãos poderão ter acesso a diversos tipos de serviço, como:

• Instrumento de gestão e transparência pública;
• Serviço de informações aos cidadãos;
• Serviços de pesquisa em Diário Oficial;
• Serviços de pesquisa histórica;
• Serviço de memória local;
• Serviços de ação cultural;
• Visita guiada;
• Emissão de certidões probatórias;
• Reprodução de documentos.

Outras informações sobre o Arquivo Público Municipal podem ser encontradas na cartilha Criação e Desenvolvimento de Arquivos Públicos Municipais.

Fonte: Conarq

Manifesto do FNArq sobre o novo Diretor e a situação do Arquivo Nacional

FNArq AO Fórum Nacional das Associações de Arquivologia do Brasil – FNArq, colegiado que tem como finalidade, em regime de colaboração, congregar, coordenar e representar com autonomia os interesses das Associações de Arquivologia, atua em âmbito nacional perante as instituições competentes da sociedade. O FNArq é composto por associações de Arquivologia do Brasil, juridicamente estabelecidas, representadas por membros efetivos de suas diretorias, tendo sido oficialmente criado durante o VI Congresso Nacional de Arquivologia, ocorrido em outubro de 2014, em Santa Maria – RS.

O FNArq, ao defender os interesses e apoiar as reivindicações dos profissionais de Arquivo, vem por meio do presente manifesto demonstrar sua preocupação em relação à indicação do Dr. José Ricardo Marques para o cargo de Diretor Geral do Arquivo Nacional, em substituição ao Historiador e Arquivista, Professor Jaime Antunes da Silva.

Embora consideremos salutar a mudança de comando da Instituição, uma vez que há tempos esperamos por mudanças pertinentes ao campo dos arquivos que estão sob a égide do Arquivo Nacional, nos causa estranheza o fato da substituição de um diretor de cunho técnico e conhecedor da área, com relativa afinidade e envolvimento com a academia, com as associações profissionais e os eventos das mais diversas ordens, tanto no Brasil quanto no exterior, por uma pessoa sem qualquer inserção no universo arquivístico.

Além disso, o Diretor-Geral do Arquivo Nacional, a mais importante instituição arquivística do país, exerce a função de presidente do Conselho Nacional de Arquivos – CONARQ. “O Conselho Nacional de Arquivos – CONARQ é um órgão colegiado, vinculado ao Arquivo Nacional do Ministério da Justiça, que tem por finalidade definir a política nacional de arquivos públicos e privados, como órgão central de um Sistema Nacional de Arquivos – SINAR, bem como exercer orientação normativa visando à gestão documental e à proteção especial aos documentos de arquivo” Portanto, as ações do Arquivo Nacional têm impacto na gestão documental de todas as instituições e organismos da esfera pública, além de ser o órgão responsável pela gestão estratégica das informações contidas nos documentos de arquivo da esfera federal, e pela preservação da memória da sociedade brasileira. Ressalte-se que o Arquivo Nacional, por meio do Sistema de Gestão de Documentos de Arquivo da Administração Pública Federal – SIGA, regulamenta através de suas Resoluções e Instruções Normativas toda a gestão de documentos da administração pública federal, o que impacta no acesso à informação, nas ações de transparência, e na preservação da memória produzida e custodiada pelos órgãos públicos brasileiros.

Cabe enfatizar que toda a ação relacionada à Gestão Documental visa atender aos preceitos da Lei nº 12.527/2012, a Lei de Acesso à Informação – LAI, uma vez que estas ações são basilares para o atendimento da mesma.

Com o retorno do Arquivo Nacional ao Ministério da Justiça em 2011, foi realizada uma grande campanha que mobilizou instituições profissionais, estudantis, acadêmicas e científicas, que alcançou a adesão de mais de 3.000 pessoas por meio de petição pública online contra a medida. Graças à mobilização e sugestão do movimento da classe arquivística, ainda naquele ano o Ministério da Justiça promoveu a 1ª Conferência Nacional de Arquivos – CNArq para discussão e proposição de diretrizes para elaboração da Política Nacional de Arquivos. Com a participação de representantes do poder público, da comunidade acadêmica, das associações profissionais e da sociedade civil organizada, a 1ª CNArq, ao final dos trabalhos, aprovou 18 propostas e 25 moções. No entanto, desde então nada foi efetivamente contemplado e não há perspectivas de uma nova edição da CNArq.

Internamente, o Arquivo Nacional enfrenta sérios problemas relacionados ao quadro de servidores como, por exemplo, a inexistência de concurso público para reposição de cargos e de um plano de carreira condizente com o mercado de trabalho. Entre outras reivindicações, o FNARQ aponta que é premente uma reestruturação administrativa do órgão, com a regionalização do Arquivo Nacional e o fortalecimento do papel da Coordenação Regional do Distrito Federal, avigorando ainda o SIGA. Defende também maior participação social no CONARQ, ampliando a representação da sociedade civil e a presença de mais segmentos ligados ao setor de arquivos, a fim de contemplar demandas não atendidas até então.

Acreditamos também que o Arquivo Nacional deve fortalecer sua contribuição na área cultural, bem como na área de pesquisa e produção de conhecimento, interagindo com as instituições de ensino e pesquisa. Ademais, esperamos que o Arquivo Nacional e o Ministério da Justiça coloquem em prática as propostas e moções aprovadas na 1ª Conferência Nacional de Arquivos. Dessa forma, reiteramos nossa preocupação com a nova gestão do Arquivo Nacional e manifestamos nossa expectativa de maior diálogo com os profissionais arquivistas e os demais profissionais que atuam nos arquivos, com os docentes dos cursos de Arquivologia, com a comunidade arquivística em geral. Entendemos ser esse o caminho para que a área se fortaleça, ganhe expressividade e consiga implantar as ações de integração e modernização que os arquivos públicos e privados brasileiros tanto necessitam.

24 de janeiro de 2016.

Membros do FNArq:

Associação dos Arquivistas da Bahia – AABA
Associação Brasiliense de Arquivologia – ABARQ
Associação dos Arquivistas do Estado do Paraná – AAPR
Associação dos Arquivistas do Estado do Rio Grande do Sul – AARS
Associação dos Arquivistas do Estado do Rio de Janeiro – AAERJ
Associação de Arquivologia do Estado de Goiás – AAG
Associação dos Arquivistas do Estado do Espírito Santo – AARQES
Associação de Arquivistas de São Paulo – ARQ-SP
Associação de Arquivistas do Estado do Ceará – ARQUIVE-CE
Associação Mineira de Arquivistas – AMARQ
Associação de Arquivistas do Estado de Santa Catarina – AAESC
Associação dos Arquivistas da Paraiba – AAPB

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