Morten Harket – Início da turnê brasileira

No dia 22/09/2012, Morten vai estar iniciando a etapa Sulamericana da turnê do “Out of My Hands” seu mais novo álbum, lançado neste ano (inclusive no Brasil).

Aproveitando a ocasião, portais nacionais publicaram entrevistas realizadas com o músico norueguês:

O Portal G1 divulgou uma entrevista com o Morten:

G1 – O que espera da turnê?
Morten HarketEu espero encontrar as pessoas que conheci no Brasil. Eu fui ao Brasil muitas vezes em 25 anos. Estive aí há seis meses e fiz um documentário para o CD. Tive a chance de passar uns dias de folga. Agora, estou voltando com minha banda, ótima. É a que tocava com o A-ha. Eles conhecem os fãs. Só tenho um cara novo, o guitarrista.

G1 – Dei uma lida nos seus setlists e ‘Take on me’ sempre fecha o show. Por quê?
Morten Harket – Por que você acha que faço isso? São razões óbvias. Não é apenas uma canção, é um ícone. A música significa coisas diferentes para cada pessoa. Mais do que qualquer outra música que canto, ela tem uma conexão forte com todos. É um ícone do pop. É natural deixá-la para o fim, não sempre, mas geralmente. Dura três minutos para que eu a cante… Então, eu canto, porque é algo que a maioria quer ouvir. Outros não querem mais ouvir, mas é uma escolha minha.

G1 – Por mais que seja a mesma banda de apoio, o que muda quando canta músicas do A-ha sem os outros dois membros do A-ha?
Morten Harket –
Há diferenças, claro. Mas o A-ha não é apenas formado pela relação entre eu, Magne e Paul. As pessoas me conheceram por meio do A-ha. O que fiz com a banda faz parte da minha vida. É uma das maiores partes da minha vida e eu sou grande parte do que a banda foi. É natural cantar músicas do A-ha. O ideal seria, em algumas partes, poder chamar Paul e Magne para tocarem comigo. Mas não é possível hoje. Não tocar A-ha seria sem sentido. E apenas tocar A-ha também seria…

G1 – Quando penso na sua voz, penso em falsetos. Como faz para se manter afinado depois de mais de 50 anos?
Morten Harket –
Eu não faço nada de diferente. A voz é parte de mim. Não é necessário ter um cuidado especial. Não tenho notado grandes sinais de mudança em minha voz.

G1 – A-ha vendeu mais de 40 milhões de CDs. Você se importa com cifras?
Morten Harket –
Eu me importo em chegar às pessoas. Não são apenas números, mas o significado deles, o nível de alcance. Quando você atinge pessoas, então se comunica de forma abrangente. Mas a tentativa de falar para muita gente não pode fazer com que você perca sua identidade, claro.

G1 – Quais as chances de uma volta do A-ha?
Morten Harket –
O A-ha acabou. Não há planos. Quando acabamos, não tem volta. Não gosto de especular, mas não digo “nunca”. Não paramos com intuito de voltar em breve.

G1 – Com o A-ha, você tocou para até 200 mil no Brasil. Agora, cantará para cinco a dez mil pessoas em média. O que pensa sobre essa mudança?
Morten Harket –
Não é algo novo para mim. Em muitas noites tocamos para 10 mil pessoas, mas há momentos em que tocamos para 200 mil pessoas, algo colossal, como no Rio. São experiências bem diferentes.

G1 – Na sua opinião, qual nova banda tem o mesmo papel e importância do A-ha? Qual grupo poderíamos dizer que é o ‘novo A-ha’?
Morten Harket –
Não, eu acho que não consigo escolher… Deixo esse tipo de coisa para vocês jornalistas. Bandas como Coldplay e Keane fazem ótimos shows e discos: pegam um pouco do A-ha, e levam para o estilo deles. Eles carregam um pouco o nosso legado. Eu me encontro com os rapazes do Coldplay algumas vezes, aqui e ali. Eles são bons rapazes e sabem o que estão fazendo, ao mesmo tempo que não sabem. Gosto da postura deles.

Outras entrevistas:

Na entrevista para Revista RollingStone Brasil, Morten faz uma curiosa revelação sobre a sua forma de compor:

Toda a minha pessoa é bem ‘inglesa’, tenho uma mente internacional”. “Não me identifico compondo em norueguês. Não penso em norueguês nunca quando estou compondo”. “Foi assim que eu aprendi a amar música. Música da Inglaterra e Estados Unidos, majoritariamente, mas música internacional em geral. É minha segunda língua e foi como me tornei artista. O a-ha  foi direto para a Inglaterra, a gente nunca nem discutiu ir para outro lugar.”

A matéria completa encontra-se disponível no site:  RollingStone Brasil

Para o Jornal O Dia do Rio de Janeiro, ele enfatiza a sua relação com o Brasil:
“Nós no A-ha sempre amamos tocar no Brasil e agora que eu estou com a minha turnê solo é natural que eu queira ir aí. Tenho um relacionamento longo com o Brasil”.

E sobre o a-ha, ele diz que:
 “Nossas vidas são muito ricas em experiências que a gente dividiu. Fizemos tanta coisa juntos: vendemos tantos álbuns, fizemos tantos shows. Foram 25 anos e vimos que era a hora certa para cada um de nós investir energia em outras coisas”. “Ainda não tive nem chance de sentir falta do A-Ha. Quero me conectar a quem eu sou”.

Morten Harket no Brasil

Rio
Quando:
22 de setembro, às 22h
Onde: Citibank Hall – Av. Ayrton Senna, 3000, Barra da Tijuca
Ingressos: R$ 160 a R$ 250 pelo site Tickets for Fun

Belo Horizonte
Quando:
23 de setembro, às 21h
Onde: Chevrolet Hall – Av. Nossa Senhora do Carmo, 230, Savassi
Ingressos: R$ 150 a R$ 250 pelo site Tickets for Fun

São Paulo
Quando: 26 de setembro, às 21h30
Onde: Credicard Hall – Av. das Nações Unidas, 17955, Santo Amaro
Ingressos: R$ 180 a R$ 280 pelo site Tickets for Fun

Clique aqui para mais informações sobre o show.

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