Exposição conta 70 Anos da Guitarra Baiana

O Palácio Rio Branco, um marco na história de Salvador, recebe a décima edição da exposição Corredor da História, em comemoração aos 70 anos da invenção do Pau Elétrico, precursor da Guitarra Baiana, instrumento que revolucionou a música brasileira.

A exposição fica em cartaz até 5 de fevereiro, com entrada franca. Os visitantes poderão conhecer a história do Trio Elétrico, desde a invenção do Pau Elétrico, por Dodô e Osmar, em 1942, até os dias de hoje. São 21 banners com textos e fotos, que contam essa história através dos anos, com fatos e personagens históricos,sempre com muita música.

Serviço:
O quê: Exposição conta 70 Anos da Guitarra Baiana
Onde: Palácio Rio Branco – Praça Thomé de Souza, Praça Municipal, s/n – Centro
Quando: até 5 de fevereiro, ter a sex, 10h às 18h, sáb e dom, 13h às 18h
Entrada franca

Fonte: Tribuna da Bahia

Livro sobre Mestre Pastinha será lançado na Cultura

 A vida e ginga de um jovem mulato que vivia nas ruas do Pelourinho, no Centro histórico de Salvador, é tema do livro “Pastinha – O menino que virou Mestre de capoeira”, de José de Jesus Barreto e Cau Gómez, com edição da Solisluna Editora, que será lançadoamanhã, às 18 horas, na Livraria Cultura no Salvador Shopping.

A obranarra, em letras e desenhos, a história verídica de Vicente Ferreira Pastinha, um garoto mirrado, ou como se diz por aqui “franzino”, nascido em 1889 no Pelourinho, onde passou a infância e adolescência e driblou as adversidades, aprendendo a jogar capoeira ainda criança.
O que seria apenas uma brincadeira, um passatempo, foi ficando sério e se tornou uma profissão. Mais que isso: um ofício. Pastinha não é mais um garoto pobre a integrar as rodas de capoeira, ele é o criador e maior mestre da Capoeira Angolana da Bahia, modalidade da arte que ganhou o mundo.
Os relatos que compõem o livro foram retirados de uma entrevista concedida pelo próprio Pastinha, em 1967. A história da iniciação na capoeira, através dos ensinamentosdo negro banto e ex-escravo chamado Benedito, é recontada no texto do escritor, o jornalista José de Jesus Barreto, e ganham mais realismo com as ilustrações do artista gráfico Cau Gómez. Desenhos esses que dão ao livro um toque de obra de arte, um encantamento a mais para os olhos de crianças, jovens e adultos.
O livro “Pastinha – O menino que virou Mestre de capoeira” tem 32 páginas ilustradas em cores e duas fotos do personagem feitas por Zélia Gattai na primeira metade dos anos 1960. A obra, impressa em papel couché, tem edição, design e projeto gráfico assinados por Valéria Pergentino, Enéas Guerra e Elaine Quirelli, e é comercializadopor R$ 35,00.
“Os desenhos em cores de Cau são lindos, têm uma luz própria que dá um clima, um movimento e ambientam a história no tempo e no espaço em que tudo aconteceu, o centro antigo da cidade de Salvador numa determinada época de sua história, os sobrados e as ruas do Pelourinho, sua gente”, descreveu Enéas Guerra, diretor, editor e designer da Solisluna.
A ideia de fazer um livro para o público infanto-juvenil sobre a lenda baiana que tornou-se mito mundo afora surgiu com a da obra intitulada “Pastinha, O grande mestre da Capoeira Angola”, escrita por Barreto e pelo também jornalista Otto Freitas.
“Vimos que a história era curiosa, encantadora e se encaixaria muito bem em nossa proposta editorial de publicar livros para crianças e jovens que também agradam os adultos. Então, convidamos José de Jesus Barreto, autor de outros títulos de nossa editora, para essa parceria, sugerindo a elaboração de um novo texto apropriado, mais enxuto, numa linguagem voltada a esse público leitor que muito nos interessa; e o resultado nos agradou bastante”, conta a editora Valéria Pergentino, diretora da Solisluna.
Para além da vida e de Pastinha, o livro traz ensinamentos do Mestre: o significado da capoeira Angola, a importância do berimbau na roda do jogo e da ginga na arte da vida, além de mostrar os principais golpes da luta que também é dança, jogo, reza, manha, vadiação e arte… “É mandinga de escravo em ânsia de liberdade”, como bem ensinou o próprio.
Feliz com o resultado do trabalho, o Cau Gómez diz que o livro pode ser visto e lido, com prazer, por meninos e meninas de todas as idades, mesmo crescidos, já adultos. Para ele, trata-se de um trabalho educativo e coletivo, criado e realizado em harmonia plena: ideias, fotos, desenhos, cores e textos.
“É a história fantástica de um guerreiro do povo, um genuíno homem baiano, que com ritmo e mandinga, ensinou a arte da luta de resistência. Tentei passar isso com meu traço”, afirma.
Lançamento do livro “Pastinha: O menino que virou Mestre de capoeira”, de José de Jesus Barreto e Cau Gomez
Local: Livraria Cultura do Salvador Shopping
Data: sexta-feira, às 18h
Fonte: Tribuna da Bahia

Cascadura e Diamba fazem show no Centro Histórico de Salvador

No dia 28 de janeiro o largo Tereza Batista recebe o rock da banda Cascadura e o reggae da Diamba em um encontro inédito. Essa mistura de ritmos está marcada para às 20 horas e deve atrair um público diversificado. “Para mim, esse é um encontro histórico, algo que nós e o Diamba queríamos fazer há muito tempo. Somos bandas com longa estrada, obras relevantes e contamos com o respeito de um monte de gente. Queremos reverter isso tudo numa noite memorável”, explica o vocalista Fábio Cascadura.

Em 2012, a Cascadura comemora 20 anos ininterruptos de carreira e, para comemorar, vai fazer uma série de shows ainda este ano. O ponto alto da celebração será no Lollapalooza BR, em São Paulo, versão nacional do legendário festival americano, realizado pela primeira vez na América do Sul. Entre nomes como Foo Fighters, Jane’s Addiction e Arctic Monkeys, a banda baiana é uma das atrações brasileiras do evento, com apresentação marcada para 8 de abril.

Serviço
Cascadura e Diamba
Data – 28 de janeiro (sábado)
Horário – 20 horas
Local – Largo Tereza Batista (Pelourinho)
Valor – R$ 20 (valor promocional)
Censura – 16 anos

Fonte: IBahia

Primeira revista impressa no Brasil ganha edição fac-similar histórica

Hoje, a partir das 16h30, no Quadrilátero da Biblioteca, será lançada uma nova edição fac-similar da primeira revista impressa no Brasil As Variedades ou Ensaios de Literatura, que comemora o bicentenário da imprensa no país, já que a revista foi lançada originalmente em janeiro de 1812. A iniciativa é da Fundação Pedro Calmon/SecultBA, em parceria com a Associação Bahiana de Imprensa (ABI) e o Núcleo de Estudos da História dos Impressos da Bahia (Nehib).

Em 1812, circularam apenas três números da revista, sendo o último, duplo, no mês de março daquele ano, iniciativa do empresário português erradicado na Bahia, Manoel Antônio da Silva Serva. A única coleção de As Variedades faz parte do acervo da Fundação Clemente Mariani, em Salvador. A edição fac-sililar a ser lançada será acompanhada de outra publicação chamada Sobre a Revista As Variedades formando um box. Neste segundo livro conterá quatro ensaios de historiadores e estudiosos da imprensa brasileira. São eles: Cybelle de Ipanema, Renato Berbert, Hélio Vianna e Luiz Guilherme Pontes Tavares, que escreveram ensaios sobre a revista As Variedades ou Ensaios de Literatura. Segundo Tavares, o redator da As Variedades seria Diogo Soares da Silva de Bivar, um prisioneiro de Portugal, acusado de traição, sob guarda do Forte de São Pedro, em Salvador-Bahia. “O redator da revista desempenhava a sua tarefa por trás das grades”, afirmou Tavares na edição nº. 48 (out-dez/2011) da revista portuguesa Jornalismo&Jornalistas.

Outras curiosidades serão reveladas no Quadrilátero da Biblioteca Pública pelos pesquisadores convidados, a exemplo de Cybelle de Ipanema, professora e historiadora carioca e Leão Serva, descendente do empresário e tipógrafo português Manoel Antônio da Silva Serva e o próprio Luiz Guilherme Pontes Tavares. A edição fac-similar da revista As Variedades ou Ensaios de Literatura têm 78 páginas, e será acompanhada de uma edição especial dos ensaios dos autores citados, conforme indicado anteriormente.

Haverá distribuição gratuita da revista, que será doada para bibliotecas e centros de pesquisas.

Onde: Quadrilátero (térreo)
Quando: 23 de janeiro, às 16h30 Grátis / 1.000 boxes com dois volumes cada.

Ferramentas para a Análise de Qualidade no CiberJornalismo

Já está disponível para download gratuito o livro coletivo: Ferramentas para a Análise de Qualidade no CiberJornalismo, organizado por Marcos Palacios. A produção é fruto da colaboração estabelecida entre sete universidades brasileiras e sete universidades espanholas.

O livro é uma coletânea que oferece uma coleção de instrumentos para avaliações práticas de elementos indicativos de Qualidade em Webjornais. A edição está disponível no site do LabCom: Laboratório de Comunicação On-line da Universidade da Beira Interior (UBI), que disponibiliza em pdf. todas as suas publicações.

Faça o download aqui: http://www.livroslabcom.ubi.pt/livro.php?l=82

“Ex-viciado” propõe em livro dieta digital para evitar overdose de tecnologia

Você é daqueles que ficam aflitos se não conseguem checar e-mail no fim de semana ou se irritam com o Wi-Fi lento do hotel numa viagem a passeio? Talvez você precise de uma dieta para se “desintoxicar” da tecnologia, sugere o jornalista canadense Daniel Sieberg, especializado na área — ele próprio um “ex-viciado”. Autor do livro “The Digital Diet” (do inglês, “a dieta digital”), ainda sem tradução para o português, ele propõe um programa em quatro etapas para acabar com a dependência e encontrar o equilíbrio.

A dieta inclui um período de abstinência e o cálculo do “peso digital” de cada pessoa, com base em um índice criado por Sieberg que leva em conta o número de aparelhos eletrônicos, logins e serviços, como são usados e por quanto tempo. Aos 40 anos, Sieberg, que trabalha atualmente no Google de Nova York e chegou a fazer coberturas para veículos como os canais de TV CNN, CBS News, BBC News e Discovery Channel, diz que o livro surgiu a partir da sua própria experiência.

Ele conta que percebeu algo errado quando ficou cara a cara com um tubarão durante um mergulho nas Bahamas. Em vez de medo ou frio na barriga diante do enorme predador, sentiu uma vontade louca de usar seu Blackberry e compartilhar aquele momento com seus amigos nas redes sociais. “Passei a analisar como a minha dependência em tecnologia tinha impacto no meu casamento e no relacionamento com a família e amigos.”

Sieberg reconhece que é impossível ficar sem tecnologia, mas propõe que as pessoas aprendam a viver com uma quantidade sustentável, sem serem atropeladas por ringtones ou ficarem desnorteadas quando a internet cair. Os sinais de dependência excessiva variam, segundo ele. “Sempre haverá casos extremos de indivíduos sufocados pelo excesso de alguma coisa. Meu livro foca na maioria, que busca meios de tirar vantagem da tecnologia de maneira saudável.”

A obra traz, por exemplo, várias sugestões de aplicativos. “Um dos melhores é o ‘Rescue Time’ [do inglês, ‘recupere o tempo’], que monitora as suas experiências online e mostra como você gasta o seu tempo. Outros programas também podem trazer benefícios, como os disponíveis nos consoles de videogame que permitem aos pais limitar o tempo em que o aparelho fica ligado.”
 
A maneira como as crianças interagem com tecnologia é, aliás, uma preocupação genuína sua. Pai de uma menina de um ano, Sieberg revela que não deixa a filha nem assistir à TV. A única exceção são as videochamadas no laptop com os avós. “Como eles moram no Canadá, essa é a maneira de participarem mais da vida dela.”

Confira a seguir os principais trechos da entrevista concedida ao UOL Tecnologia por Sieberg, que estará em janeiro em Londres para lançar seu livro no Reino Unido.

UOL Tecnologia – Por que as pessoas estão perdendo o controle sobre o uso da tecnologia?

Daniel Sieberg – Acredito que em parte tem a ver com a rapidez com que incorporamos certos aparelhos, como os smartphones. Um smartphone é um minicomputador que cabe no bolso e nos permite fazer qualquer coisa online a qualquer hora. Enquanto, obviamente, há benefícios maravilhosos nesse tipo de tecnologia, acho também que ela aconteceu de forma muito rápida sem que talvez tivéssemos a chance de parar e refletir sobre o impacto disso nos nossos relacionamentos e no gerenciamento do nosso tempo.

UOL Tecnologia – De que maneira uma overdose de tecnologia prejudica o dia a dia?

Sieberg – Varia. Algumas pessoas acabam disfuncionais por causa da dependência excessiva de tecnologia. Conheci um casal que jogava RPG pela internet por 12, às vezes 18, horas por dia no mesmo quarto. Eles nunca conversavam pessoalmente, mas interagiam no jogo. O problema é que os dois filhos pequenos deles, sendo um com necessidades especiais, eram negligenciados. É um exemplo extremo. Na outra ponta estão as pessoas que não usam muita tecnologia e dão pouca importância a ela. Mas acho que a grande maioria de nós está no grupo dos que amam tecnologia e se preocupam com o espaço que ocupa nas nossas vidas.

UOL Tecnologia – E como fica a geração que já nasceu conectada?

Sieberg – A geração de hoje cresceu somente com a experiência de estar online, sempre conectada. Conheci 50 estudantes em Vancouver quando faziam uma “desintoxicação” de cinco dias sem redes sociais ou mensagens de textos. Só podiam enviar alguns e-mails. Certamente, não foi fácil para eles, mas a maioria achou que a experiência valeu a pena porque ganharam alguma perspectiva e passaram a valorizar a tecnologia de que dispõem. Mas lembre-se: como parte da “dieta digital”, sugiro não mais do que um ou dois dias de “desintoxicação”. Mesmo com um período curto é possível obter um bom resultado.

UOL Tecnologia – Você propõe um índice para calcular o peso que a tecnologia tem na nossa vida (calcule aqui o seu).

Sieberg – O “Índice de Peso Virtual” é uma brincadeira em cima do Índice de Massa Corporal (IMC) e a ideia é mostrar o peso que você não vê. Em outras palavras, medir o número de aparelhos, logins e serviços que você usa e avaliar quais são necessários. Admito que o índice é ligeiramente arbitrário por natureza, mas tem como base muitos anos de experiência.

UOL Tecnologia – Para quem é destinada a dieta?

Sieberg – É para qualquer um que ame tecnologia, mas que busca um equilíbrio saudável. A dieta foi desenhada para ser abrangente, mas não é uma medida única. As pessoas têm “metabolismos digitais” diferentes: uma quantidade de tecnologia que sufoca alguém pode, ao mesmo tempo, ser boa para outra. A dieta permite incluir qualquer um da família e há dicas específicas para os pais, como colocar os smartphones da família na geladeira durante o jantar.
 
UOL Tecnologia – Existe um consumo ideal de tecnologia? Qual é o equilíbrio?

Sieberg – É diferente para cada pessoa, mas, de uma forma geral, devemos tratá-lo como comida e lembrar que é uma estratégia de longo prazo. Usar muito num dia não vai ser prejudicial ao longo de semanas, meses ou anos. E varia conforme a situação. O ponto central é ter em mente se a tecnologia o prejudica ou prejudica aqueles ao seu redor e encontrar um meio de alcançar um tipo de “zen tech”.

UOL Tecnologia – E quando a dieta não é seguida à risca?

Sieberg – Não há problema. Nós somos humanos. Eu certamente estou longe de ser perfeito e em alguns dias não é fácil seguir qualquer tipo de plano, muito menos a dieta digital. A ideia é incorporar os ideais da dieta a cada dia o máximo possível e sentir, ao final do dia, que você foi produtivo e esteve em contato com o que realmente importa.

UOL Tecnologia – Você se descreve como um viciado de jogos online, mídias sociais e smartphone em recuperação. Que regras passou a adotar?

Sieberg – Há algumas regras básicas que tento seguir todo dia e incluem não colocar meu smartphone para carregar no meu quarto, não colocá-lo em cima da mesa durante as refeições, a não ser que seja absolutamente necessário, e garantir que eu foque nos meus relacionamentos “ao vivo” e não somente on-line. Como disse, amo tecnologia e não sou perfeito, mas procuro ter autocontrole e me sinto confiante. E espero que as pessoas sintam o mesmo ao ler o livro.

UOL Tecnologia – Hoje em dia, até mesmo crianças sabem ver fotos num iPhone. Como é a relação da sua filha com tecnologia?

Sieberg – Minha filha acabou de fazer um ano de idade e toda vez que vê um laptop ou smartphone quer mexer. Mas a regra é que ela só pode brincar se estiverem desligados. A minha opinião como pai, antes de mais nada, é que ela não precisa dessa interação com tecnologia agora e não sei quando vou permitir mais acesso. Ela também não assiste à TV. Quando for a hora para ela aprender sobre tecnologia, estou tranquilo que será rápido. Por enquanto, ela pode descobrir o mundo ao seu redor sem distrações digitais.

A única exceção é a videochamada, porque a minha família vive no Canadá e nós moramos em Nova York e, assim, meus pais conseguem participar mais da vida dela. Eles até estiveram “presentes” virtualmente da festa de aniversário dela. A questão em torno da tecnologia é sobre como encontrar os melhores usos para ela. Ninguém espera perfeição e escolhas sempre precisão ser feitas a respeito do seu uso em nossas vidas. A chave é lembrar que nós podemos fazer essas escolhas.

Os quatro passos da dieta digital

1) Não usar nenhum tipo de gadget, como smartphone e tablet, ou acessar as redes sociais, a exemplo de Facebook e Twitter, por um ou dois dias. A ideia é avaliar como a tecnologia domina o seu dia a dia e o impacto que ela tem nas suas relações com as pessoas.
2) Fazer um balanço do número de gadgets e de redes sociais e blogs que acessa usando o “índice de peso virtual”.
3) Restabelecer relações pessoais que possam ter sido afetadas de alguma maneira pelo uso da tecnologia.
4) Incorporar as tecnologias realmente necessárias e até algumas que ajudam a gerenciar a sua vida, como aplicativos que indicam perda de peso, que impedem o envio de mensagens enquanto se dirige ou que organizam calendário.

Mais sobre o assunto no Portal UOL Tecnologia

Los Catedrásticos volta a Salvador

O espetáculo será apresentado do dia 14 de janeiro até o dia 25 março, sempre aos sábados e aos domingos, no Teatro Sesc Casa do Comércio, na Avenida Tancredo Neves. Os ingressos começarão a ser vendidos na segunda-feira (9) e custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia).

Dirigida por Paulo Dourado, a peça traz os atores Cyra Coentro, Jackson Costa, Maria Menezes e Ricardo Bittencourt.

Serviço
O que: Los Catedrásticos
Quando: de 14 de janeiro a 25 de março (sempre aos sábados e domingos)
Onde: Teatro Sesc Casa do Comércio
Horário: Sábados, 21h/ domingos, 20h
Vendas: no local – a partir de segunda-feira (9)
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)
Informações: (71) 3341-6149

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