UFBA realiza congressos de Iconogafia Musical pioneiros no Brasil

Nesta quarta-feira (20 de julho) tem início a programação do 13.º Congresso Internacional do Répertoire International d’Iconographie Musicale (RIdIM) e do 1.º Congresso Brasileiro de Iconografia Musical, denominado “Ampliando a pesquisa em Iconografia Musical: considerando o atual, definindo novas tendências“. Ambos acontecem em Salvador, entre 20 e 22 de julho, no Espaço Cultural Arlindo Fragoso (Escola Politécnica da UFBA), através do esforço conjunto da Comissão Mista Internacional do RIdIM e da Comissão Mista nacional do RIdIM-Brasil, sendo apresentados pela Comissão Mista nacional do RIdIM-Brasil e a Universidade Federal da Bahia através do Programa de Pós-Graduação em Música e do Mestrado em Artes Visuais.

A programação conta com três palestrantes de renome internacional, como o Dr. Terry Miller (Universidade de Kent, Ohio, EUA), o Dr. Antonio Baldassarre (Universidade de Ciências Aplicadas e Artes de Lucerna, Suíça, e presidente da Comissão Mista internacional do RIdIM) e a Dra. Isabel Porto Nogueira (da Universidade Federal de Pelotas, RS). Destaca-se também uma mesa-redonda sobre pesquisa em Iconografia Musical constituída por outros renomados pesquisadores do cenário internacional, como o Dr. Arnold Myers (Universidade de Edinburgo, Reino Unido e Vice-Presidente da Comissão Mista internacional do RIdIM), a Dra. Debra Pring (Universidade de Londres), a Dra. Clair Rowden (Universidade de Cardiff) e o Dr. Alan Davison (Universidade de Otago, Nova Zelândia).

Além desses destaques do campo de conhecimento interdisciplinar em iconografia e música, os interessados poderão assistir a várias sessões de comunicações em três salas simultâneas, incluindo a produção intelectual de colegas nacionais e internacionais (notadamente, América Latina, EUA e Europa) que foram avaliados por mais de 50 pareceristas de nível internacional e finalmente selecionados por uma Comissão Científica de 13 membros, muitos dos quais integram os destaques deste evento pioneiro na Bahia e no Brasil.

As inscrições de participantes são feitas no local, ao custo de R$200,00 (docentes, pesquisadores e outros profissionais – técnicos, etc.) e R$100,00 (estudantes). Outras informações estão disponíveis em http://www.ridim-br.mus.ufba.br/ridim2011/

CEAP lança livro sobre raízes do Candomblé em seminário de cultura Jêje-Nagô

O Centro de Articulação de Populações Marginalizadas (CEAP) realizará o seminário “Herança cultural Jejê-Nagô no Brasil”, com ciclo de debates e lançamento do livro “Bitedô – Onde Moram os Nagôs: Redes de Sociabilidades Africanas na Formação do Candomblé Jêje-Nagô no Recôncavo baiano”, do professor, historiador e antropólogo Luiz Cláudio Nascimento. O evento vai acontecer no dia 18 de julho, segunda-feira, às 14h, no auditório principal da Sede do Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro. Acadêmicos, religiosos e o autor do livro vão compor as mesas do evento. Na ocasião, haverá uma apresentação de ogãs de Jejê e também uma homenagem ao sacerdote Zezinho da Boa Viagem, além de confraternização.

Na mesa institucional, participarão representantes do CEAP, Ministério da Justiça, Arquivo Nacional, Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Fundação Palmares e Petrobras. Estão confirmados o secretário executivo do CEAP, Luiz Carlos Semog; Maria Isabel de Oliveira, representando o diretor-geral do Arquivo Nacional; Ivonete Carvalho, da Secretaria de Políticas para Comunidades Tradicionais da Seppir; e o assessor especial do ministro da Justiça, Ivan Fernandes Neves.

Na mesa acadêmica, a historiadora e professora de História da África da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e coordenadora do Laboratório de Estudos Africanos (LeÁfrica) do Instituto de História da UFRJ, Mônica Lima e Sousa; a historiadora, professora de História da África da Universidade Federal Fluminense (UFF) e pesquisadora sobre os povos da região Gbe-Fon (aqui conhecidos como Jejês), Mariza de Carvalho Soares, que publicou entre outros “Devotos da cor: Identidade Étnica, religiosidade escravidão no Rio de Janeiro, século XVIII”; o antropólogo e fotógrafo, membro do Laboratório de História Oral e Imagem da UFF, autor do livro “Agudás: os brasileiros do Benin”, Milton Guran; e Mejitó Helena de Dãn..

Já na mesa religiosa, participarão Babá PC (Axé Oxumarê); Mejitó Índia (Bogun); Ogã Buda (Sejá Hundê); Ogã Márcio (Huntoloji); o autor de “Bitedô – Onde moram os Nagôs”, Luiz Cláudio Nascimento; e o conselheiro estratégico do CEAP,  babalawo Ivanir dos Santos.

Israel Evangelista (Ogã Ofarêre) e a professora Valeria Teixeira (Etemin Aguecy) são os mestres de cerimônia.

Obra trata da formação de Jêje-Nagôs no Recôncavo baiano

Bitedô – Onde Moram os Nagôs”, editado pelo CEAP, trata de uma pesquisa feita por Nascimento, ou Cacau Nascimento (como é conhecido), sobre as raízes do Candomblé trazidas por famílias africanas que se instalaram no Recôncavo baiano, em meados do século XIX. Nela, a trajetória da família de Zé do Brechó e Salacó sinaliza a importância das identidades cultural e religiosa para o povo Jêje-Nagô, que se instalou no município de Cachoeira, em São Félix, na Bahia.

“São dois irmãos que viviam no imaginário popular. A pesquisa derruba a lenda e marca o registro histórico dos irmãos José Maria de Belchior, nascido em 1837, conhecido como Zé do Brechó, e Antonio Maria de Belchior, nascido em 1840, conhecido como Salacó, dentre oito irmãos. O livro mostra a trajetória dessa família e seu grande legado para a o chamado Candomblé de Jêje”, diz o conselheiro estratégico do CEAP, babalawo Ivanir dos Santos.

O trabalho realizado pelo professor Cacau Nascimento, natural de Cachoeira, foi fruto de uma pesquisa de anos, e resultou na dissertação de mestrado defendida no Programa de Pós-Graduação Multidisciplinar em Estudos Étnicos e Africanos, da Universidade Federal da Bahia. O público alvo são professores, ativistas, acadêmicos e religiosos.

O CEAP, por meio do Projeto Camélia da Liberdade, ao publicar este livro, marca mais uma iniciativa para a implementação da Lei 10.639/03 (que torna obrigatório o ensino  da História da África e da História da Cultura Afro-brasileira nas escolas do País), resgatando a contribuição histórica das culturas africanas no Brasil.

Os livros serão distribuídos para instituições, e não individualmente.

Os produtos do CEAP são distribuídos gratuitamente.

Serviço:
Seminário “Herança cultural Jejê-Nagô no Brasil” e lançamento do livro “Bitedô – Onde Moram os Nagôs

Dia 18 de julho (segunda-feira)
Horário: 14h
Local: Sede do Arquivo Nacional – Auditório Principal
Endereço: Praça da República, 173 – Centro, Rio de Janeiro – RJ

Cruzeiro segura pressão do Bahia e vence

O Cruzeiro não teve vida fácil, mas com dois gols de Wallyson derrotou o Bahia por 2 a 1 na Arena do Jacaré, na noite deste domingo, pela décima rodada do Brasileirão. Jobson marcou para o Tricolor baiano e, na comemoração, brincou de pescaria, atitude que poderia ter relação com o “episódio da sardinha”, envolvendo o técnico da Raposa, Joel Santana. O jogador, no entanto, negou.

Com a vitória, a Raposa chegou aos 15 pontos e passou para a sétima posição, mas ainda pode ser ultrapassado pelo Figueirense, que soma 14 e enfrenta o Grêmio na próxima quarta-feira, às 21h50m (de Brasília), no Orlando Scarpelli. Já o Bahia, com dez pontos e na 16ª colocação, continua perto da zona de rebaixamento – o Atlético-GO, com oito, é o primeiro time do Z-4.

Os dois times voltam a campo no próximo domingo, às 16h (de Brasília). O Cruzeiro enfrenta o Corinthians no Pacaembu, e o Bahia recebe o Coritiba em Pituaçu.

No começo, o Cruzeiro não deu chances para o Bahia gostar do jogo, já que Wallyson abriu o placar logo aos quatro minutos. Após cobrança de escanteio, ele pegou a sobra e mandou uma bomba no canto de Marcelo Lomba. Mas o time que começou arrasador passou a ceder espaços ao rival, principalmente pelo lado direito do ataque.

Três minutos depois do gol da Raposa, Jobson teve a chance de se vingar dos xingamentos. Ele chegou a driblar o goleiro Fábio, mas chutou no zagueiro Naldo, que estava sobre a linha. Só que na segunda tentativa, Jobson não perdoou. Mais uma vez pela direita, Jancarlos cruzou, a defesa celeste cortou mal, e o atacante tocou para o gol vazio. Silêncio na Arena do Jacaré.

Na comemoração, Jobson e Júnior foram até a câmera de TV e fizeram a coreografia como se estivessem pescando. Perguntado no intervalo se a comemoração tinha a ver com o técnico cruzeirense Joel Santana, o camisa 11 preferiu não polemizar e disse que não.

Mas o episódio entre Joel e o Bahia também foi lembrado pelos torcedores do tricolor presentes na Arena do Jacaré. Alguns levaram cartazes como resposta ao treinador cruzeirense, que já foi duas vezes campeão estadual pelo clube tricolor, em 1994 e 1999.

Com dois gols em menos de 15 minutos, poderia se imaginar que a partida seria quente, mas os dois times pouco criaram em mais de 35 minutos, e a igualdade acabou justa na primeira etapa.

Gol de Wallyson e muito sufoco

Na segunda etapa, o técnico Joel Santana colocou o meia Roger na vaga de Vitor. Com isso, Leandro Guerreiro foi recuado e passou a jogar como terceiro zagueiro. Assim como aconteceu no primeiro tempo, a Raposa voltou a marcar no início. Em rápido contra-ataque, Montillo lançou Ortigoza, que cruzou rasteiro. O zagueiro Titi e o atacante Wallyson dividiram a bola que acabou balançando as redes. O árbitro deu o gol para o atacante celeste.

Em desvantagem no placar, o Bahia partiu para o ataque, e o Cruzeiro aceitou a pressão da equipe nordestina. Carlos Alberto, com liberdade, levava perigo com passes precisos para Jobson e Ávine. Mas o Bahia pecava nas finalizações. A pressão foi intensa nos minutos finais, mas Fábio dava segurança aos cruzeirenses lá atrás.

Para desafogar a defesa, Joel colocou o jovem Dudu na equipe, e o baixinho criou uma jogada pela direita que quase culminou no gol de Montillo. Após driblar o marcador, ele foi ao fundo e cruzou. No segundo pau, Montillo dominou, mas Lomba saiu rápido e com o peito evitou o gol. Sem conseguir passar por Fábio, o Bahia amargou mais uma derrota no Brasileirão, enquanto o Cruzeiro conseguiu sua terceira vitória em quatro jogos sob o comando de papai Joel.

Fonte: Globo Esporte

Documentário sobre George Harrison

A vida de George Harrison, o Beatle que levou o misticismo indiano ao centro da música do quarteto de Liverpool, vai virar um documentário dirigido por Martin Scorsese. O filme, “George Harrison: Living in the Material World”, estreia nos EUA na HBO, dividido em duas partes que serão exibidas nos dias 5 e 6 de outubro. No dia 10, o DVD chegará às lojas americanas, segundo o site da NME.

Scorsese levou cerca de quatro anos para fazer o documentário, produzido em parceria com Olivia Harrison, a viúva de George. O longa traz muito material raro, como filmes caseiros, entrevistas e imagens inéditas do ex-Beatle. Um livro feito com base nas gravações será lançado em setembro com fotos, cartas, diários e outros arquivos pessoais de George.

O documentário falará sobre a música e a vida espiritual de George, com entrevistas concedidas pelo próprio guitarrista, além de depoimentos dos ex-Beatles Paul McCartney e Ringo Starr e personalidades próximas à banda, como Yoko Ono, Phil Spector, George Martin e o amigo Eric Clapton. Também aparecem no filme os ex-Monty Python Terry Gilliam e Eric Idle e o tricampeão de Fórmula-1 Jackie Stewart — Harrison era um grande fã de automobilismo.

George Harrison era o Beatle mais novo. Ele se juntou ao grupo a convite de Paul quando tinha apenas 15 anos e a banda ainda se chamava “The Quarrymen”. Com o tempo o domínio de Lennon e McCartney sobre as composições da banda começou a incomodá-lo, uma vez que George também havia desenvolvido um talento indiscutível no ofício — vide “Something”.

A música indiana foi apresentada a Harrison por David Crosby, dos Byrds, em 1965. Poucos depois ele conheceu o hinduísmo e chegou a levar todos os Beatles para uma temporada no templo de meditação transcedental do guru Maharishi Mahesh Yogi, em 1968. Harrison acabou abraçando a crença Hare Krishna, a qual seguiu até a morte.

Logo após o fim dos Beatles, ele lançou o disco triplo “All things must pass”, considerado por muitos o melhor trabalho solo de um ex-Beatle. O nome do documentário, “Living in the Material World”, é inspirado num outro disco de George lançado em 1973, que a traz a popular canção “Give Me Love (Give Me Peace on Earth)”.

George Harrison morreu de câncer no pulmão em 29 de novembro de 2001, aos 58 anos, em Los Angeles, nos EUA.

Fonte: O Globo

Dia Mundial do Rock!

Longa Vida ao Rock!!!!!!!!!!

Lançamento de Livro sobre o Bahia

Vila do Rock nas quintas de julho!

Do site do Teatro Vila Velha:

O Vila preparou um mês inteiro de programação musical dedicada ao Rock: é o nosso Vila do Rock! O projeto surge como um desdobramento do Encontro de Compositores, que acontece desde agosto de 2010 e tem trazido muitas surpresas para os palcos do Vila e para o público.

Três bandas de destaque na cena soteropolitana atual foram convidadas para se apresentarem no Vila do Rock com shows divididos entre o Cabaré dos Novos e a Sala Principal, além de outros artistas que serão convidados para uma noite especial do Encontro de Compositores. Os artistas convidados para este projeto foram conhecidos pela equipe nas noites do Encontro e, a partir disso outros movimentos foram acontecendo.

Quarteto de Cinco, Velotroz, e Maglore são as bandas escolhidas para o mês de julho. Os grupos possuem características próprias, canções autorais e junto com outras bandas, vem dando movimento e cara nova nas noites da cidade. A banda Quarteto de Cinco usa e abusa do seu rock autoral; a Velotroz mescla suas influências da MPB dos anos 70 e faz um rock bem contemporâneo; já a Maglore utiliza a MPB junto com o BritPOP e apresenta seu rock “tropical”. O Vila do Rock surge como mais um espaço para a música independente e diversa de Salvador, buscando atingir um público cada vez mais ávido por música.

O Vila do Rock ainda vai contar com a já conhecida “Lista Amiga”. Para participar, basta enviar um e-mail para comunicacao@teatrovilavelha.com.br, colocando no assunto do e-mail “Vila do Rock”, com o nome completo e RG, e assim, você poderá pagar meia-entrada em todos os shows! Só precisa mandar o nome uma vez, pois faremos uma única lista e o nome estará disponível em qualquer um dos shows.

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