Projeto “Momentos da Leitura”

Warner lança box especial do a-ha

A Warner Music está lançando o Original Album Series dedicado ao a-ha. Os 5 primeiros álbuns da banda, reunidos em formado digipack, remasterizados e contendo as capas dos respectivos álbuns.

Este lançamento reune 51 músicas e uma coleção de hits mundiais, como “Take on Me”, “Hunting High and Low”, “The Sun Always Shines on Tv”, “Cry Wolf”, “Stay on Roads”, “Touchy”, “You are the one”, “The Living Daylights”, “The Blood That Moves The Body”, “Crying in the rain”,”Early Morning”, “Dark Is The Night For All”, “Move To Memphis” etc.

A pré-venda já pode ser feita através da Saraiva:

Originals Album Serie – A-ha – Box Com 5 CDs – Digipack

“Ending on a High Note” – a-ha live!

No ano passado, após uma extensa turnê mundial (com passagem pelo Brasil)  a banda encerrou as atividades. Como registro, foi lançado o  “Ending on a High Note”, gravado nas últimas apresentações da banda em Oslo, capital da Noruega. Disponível nas lojas em CD, DVD e Blu-ray.

 

Morten, Pal & Mags – Trajetória de grandes hits e turnês mundias de sucesso.

Seminário “O Direito Autoral e os Documentos de Arquivo”

LOCAL: Arquivo Nacional – auditório principal Praça da República, 173 – Centro – RJ / tel. 21 2179 1273

DATA: 10 de agosto de 2011

HORÁRIO: 9h às 17h

OBJETIVO: Discutir a Lei de Direitos Autorais e sua aplicação nos documentos de arquivo de instituições públicas e privadas.

PÚBLICO ALVO: Arquivistas, funcionários de instituições detentoras de acervos arquivísticos, advogados, pesquisadores, artistas, fotógrafos, cinegrafistas, estudantes.

PROGRAMAÇÃO:

9h – Abertura Diretora-Geral Substituta do Arquivo Nacional – Maria Izabel de Oliveira

9h 30 – Mesa 1:
As instituições de guarda e a política de acesso a documentos de arquivo Mediador: Paulo Knauss (Diretor Geral do Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro)
1º palestrante: Carmen Moreno (coordenadora-geral de Processamento e Preservação do Acervo – Arquivo Nacional)
2º palestrante: representante da Biblioteca Nacional
3º palestrante: representante do Instituto Moreira Sales
4º palestrante: representante do Museu da Imagem e do Som
5º palestrante: Lacy Barca (Gerente de Documentação e Pesquisa da Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto)

14h – Mesa 2:
Aspectos éticos e legais do Direito Autoral Mediador: Ivan Neves (Assessor Especial do Ministério da Justiça)
1º palestrante: Representante do Departamento de Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro
2º palestrante: Doutora Eliana Mattar (Advocacia Geral da União)
3º palestrante: Doutor Sergio Branco (Creative Commons / Fundação Getúlio Vargas)
4º palestrante: Rejane Beatris Schneider (Escritório de Direito Autoral da Biblioteca Nacional)
5º palestrante: Sr. Ronaldo Bastos ou representante do ECAD

17h – Encerramento.

Haverá certificado de participação
Entrada franca

Seminário Infraestrutura (Portos e Mobilidade Urbana)

Noite Fora do Eixo Salvador – JULHO

Arquivo imortaliza cenário do punk rock da Alemanha oriental

BERLIM (Reuters Life!) – Um pioneiro do punk rock da antiga Alemanha Oriental comunista (RDA) abriu o primeiro arquivo mundial sobre a cultura jovem da RDA que sobreviveu à opressão e infiltração por parte do regime repressor daquele Estado.

Michael Boehlke, que liderou uma banda chamada Planlos (“Sem Objetivo”), disse à Reuters que a opção por ser roqueiro punk afetou cada aspecto da vida das pessoas que a fizeram.

Ser punk no Estado comunista significava o fim de qualquer perspectiva de emprego ou ensino superior. Interrogatórios policiais, prisões e pressão da polícia secreta para tornar-se informante sobre o cenário punk local caracterizavam o cotidiano dos roqueiros.

“A polícia me interrogava todos os dias”, disse Boehlke, acrescentando que passar tempo na prisão era uma possibilidade sempre presente para todos.

Depois que ele usou uma camiseta feita em casa ostentando o grito de batalha “quando a justiça vira injustiça, a resistência se torna dever”, ele foi ameaçado com três anos de prisão, até que sua namorada concordou em servir de informante. Boehlke disse que ela não revelou à polícia nada de realmente importante sobre o mundo punk.

E, embora a temida polícia secreta Stasi nunca tenha conseguido infiltrar sua banda, a Planlos, dois integrantes de outra banda punk importante da Alemanha Oriental, a Wutanfall (“Ataque de Raiva”) acabaram revelando ser informantes do governo.

Para levar essa história a um público maior, Boehlke colecionou 5.000 fotos, horas de material em vídeo 8 mm e as fitas originais de quase a íntegra da música punk alemã oriental, colocando tudo em um arquivo em Pankow, na zona nordeste de Berlim.

“Não quero que algum alemão ocidental venha me dizer como era o cenário punk na Alemanha Oriental”, disse Boehlke, que hoje tem cabelos grisalhos curtos e usa terno em lugar do couro preto e das roupas rasgadas de um punk.

“Nós fizemos parte daquele cenário, exploramos sua história e temos algo a dizer sobre ele”, falou Boehlke, explicando que a realidade alemã oriental frequentemente é representada com equívocos em várias mídias.

O punk chegou à RDA no final dos anos 1970 e início dos anos 1980, onde ganhou força em centros urbanos como Berlim e Leipzig, seguindo as tendências da Grã-Bretanha, Estados Unidos e Europa ocidental.

“Todos nós ouvíamos estações de rádio ocidentais em Berlim, e o programa de rádio semanal de John Peel na BBC exerceu um papel grande em minha descoberta da música punk”, disse Boehlke à Reuters.

Núcleo promove curso sobre iconografia dos orixás, mediunidade e máscaras

O Núcleo de Estudos Africanos e Afro-brasileiros em Línguas e Culturas (Ngealc), vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (Proex) da UNEB, está com inscrições abertas para o curso Iconografia dos orixás, simbolismo das cores, mediunidade e máscaras.

Os interessados devem preencher ficha de inscrição e encaminhá-la para o e-mail iconodosorixas@gmail.com. A taxa é de R$ 40 para estudantes e R$ 60 para os demais públicos. Estão sendo disponibilizadas 100 vagas.

O curso será realizado entre os dias 25 e 29 de julho, das 14h às 18h, e no dia 30 do mesmo mês, das 8h às 12h, no auditório do Centro de Pesquisa em Educação e Desenvolvimento Regional (CPDR), no Campus I da universidade, em Salvador.

“Esse curso foi solicitado por comunidades de terreiros de candomblé de Salvador, que demonstraram interesse em ampliar o conhecimento nessa cultura”, frisa Yeda Pessoa de Castro, coordenadora do núcleo.

As aulas serão ministradas pelo professor Babatunde Lawal, doutor em história da arte pela Universidade de Indiana (Estados Unidos).

“É uma oportunidade única para os baianos poderem aprender alguns aspectos da iconografia dos orixás à luz da religiosidade e da cultura yorubá, por meio da interpretação de símbolos, cores e representações”, enfatizou Yeda.

Babatunde Lawal

Nascido na Nigéria, Babatunde Lawal graduou-se em artes plásticas na Universidade de Nsukka (Nigéria). Atuou como professor visitante na universidade americana de Harvard. Atualmente é professor de história da arte na Virginia Commonwealth University, também nos Estados Unidos.

O professor Lawal tem inúmeras publicações sobre diferentes aspectos da arte na África e sobre a chamada Diáspora Africana. Segundo Yeda, suas pesquisas sobre a estética e os significados das artes e festivais tradicionais contribuíram significativamente para o seu reconhecimento internacional, servindo de inspiração a artistas negros contemporâneos.

Informações: CPEDR/Campus I – tel. (71) 3117-2448.

UFBA realiza congressos de Iconogafia Musical pioneiros no Brasil

Nesta quarta-feira (20 de julho) tem início a programação do 13.º Congresso Internacional do Répertoire International d’Iconographie Musicale (RIdIM) e do 1.º Congresso Brasileiro de Iconografia Musical, denominado “Ampliando a pesquisa em Iconografia Musical: considerando o atual, definindo novas tendências“. Ambos acontecem em Salvador, entre 20 e 22 de julho, no Espaço Cultural Arlindo Fragoso (Escola Politécnica da UFBA), através do esforço conjunto da Comissão Mista Internacional do RIdIM e da Comissão Mista nacional do RIdIM-Brasil, sendo apresentados pela Comissão Mista nacional do RIdIM-Brasil e a Universidade Federal da Bahia através do Programa de Pós-Graduação em Música e do Mestrado em Artes Visuais.

A programação conta com três palestrantes de renome internacional, como o Dr. Terry Miller (Universidade de Kent, Ohio, EUA), o Dr. Antonio Baldassarre (Universidade de Ciências Aplicadas e Artes de Lucerna, Suíça, e presidente da Comissão Mista internacional do RIdIM) e a Dra. Isabel Porto Nogueira (da Universidade Federal de Pelotas, RS). Destaca-se também uma mesa-redonda sobre pesquisa em Iconografia Musical constituída por outros renomados pesquisadores do cenário internacional, como o Dr. Arnold Myers (Universidade de Edinburgo, Reino Unido e Vice-Presidente da Comissão Mista internacional do RIdIM), a Dra. Debra Pring (Universidade de Londres), a Dra. Clair Rowden (Universidade de Cardiff) e o Dr. Alan Davison (Universidade de Otago, Nova Zelândia).

Além desses destaques do campo de conhecimento interdisciplinar em iconografia e música, os interessados poderão assistir a várias sessões de comunicações em três salas simultâneas, incluindo a produção intelectual de colegas nacionais e internacionais (notadamente, América Latina, EUA e Europa) que foram avaliados por mais de 50 pareceristas de nível internacional e finalmente selecionados por uma Comissão Científica de 13 membros, muitos dos quais integram os destaques deste evento pioneiro na Bahia e no Brasil.

As inscrições de participantes são feitas no local, ao custo de R$200,00 (docentes, pesquisadores e outros profissionais – técnicos, etc.) e R$100,00 (estudantes). Outras informações estão disponíveis em http://www.ridim-br.mus.ufba.br/ridim2011/

CEAP lança livro sobre raízes do Candomblé em seminário de cultura Jêje-Nagô

O Centro de Articulação de Populações Marginalizadas (CEAP) realizará o seminário “Herança cultural Jejê-Nagô no Brasil”, com ciclo de debates e lançamento do livro “Bitedô – Onde Moram os Nagôs: Redes de Sociabilidades Africanas na Formação do Candomblé Jêje-Nagô no Recôncavo baiano”, do professor, historiador e antropólogo Luiz Cláudio Nascimento. O evento vai acontecer no dia 18 de julho, segunda-feira, às 14h, no auditório principal da Sede do Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro. Acadêmicos, religiosos e o autor do livro vão compor as mesas do evento. Na ocasião, haverá uma apresentação de ogãs de Jejê e também uma homenagem ao sacerdote Zezinho da Boa Viagem, além de confraternização.

Na mesa institucional, participarão representantes do CEAP, Ministério da Justiça, Arquivo Nacional, Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Fundação Palmares e Petrobras. Estão confirmados o secretário executivo do CEAP, Luiz Carlos Semog; Maria Isabel de Oliveira, representando o diretor-geral do Arquivo Nacional; Ivonete Carvalho, da Secretaria de Políticas para Comunidades Tradicionais da Seppir; e o assessor especial do ministro da Justiça, Ivan Fernandes Neves.

Na mesa acadêmica, a historiadora e professora de História da África da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e coordenadora do Laboratório de Estudos Africanos (LeÁfrica) do Instituto de História da UFRJ, Mônica Lima e Sousa; a historiadora, professora de História da África da Universidade Federal Fluminense (UFF) e pesquisadora sobre os povos da região Gbe-Fon (aqui conhecidos como Jejês), Mariza de Carvalho Soares, que publicou entre outros “Devotos da cor: Identidade Étnica, religiosidade escravidão no Rio de Janeiro, século XVIII”; o antropólogo e fotógrafo, membro do Laboratório de História Oral e Imagem da UFF, autor do livro “Agudás: os brasileiros do Benin”, Milton Guran; e Mejitó Helena de Dãn..

Já na mesa religiosa, participarão Babá PC (Axé Oxumarê); Mejitó Índia (Bogun); Ogã Buda (Sejá Hundê); Ogã Márcio (Huntoloji); o autor de “Bitedô – Onde moram os Nagôs”, Luiz Cláudio Nascimento; e o conselheiro estratégico do CEAP,  babalawo Ivanir dos Santos.

Israel Evangelista (Ogã Ofarêre) e a professora Valeria Teixeira (Etemin Aguecy) são os mestres de cerimônia.

Obra trata da formação de Jêje-Nagôs no Recôncavo baiano

Bitedô – Onde Moram os Nagôs”, editado pelo CEAP, trata de uma pesquisa feita por Nascimento, ou Cacau Nascimento (como é conhecido), sobre as raízes do Candomblé trazidas por famílias africanas que se instalaram no Recôncavo baiano, em meados do século XIX. Nela, a trajetória da família de Zé do Brechó e Salacó sinaliza a importância das identidades cultural e religiosa para o povo Jêje-Nagô, que se instalou no município de Cachoeira, em São Félix, na Bahia.

“São dois irmãos que viviam no imaginário popular. A pesquisa derruba a lenda e marca o registro histórico dos irmãos José Maria de Belchior, nascido em 1837, conhecido como Zé do Brechó, e Antonio Maria de Belchior, nascido em 1840, conhecido como Salacó, dentre oito irmãos. O livro mostra a trajetória dessa família e seu grande legado para a o chamado Candomblé de Jêje”, diz o conselheiro estratégico do CEAP, babalawo Ivanir dos Santos.

O trabalho realizado pelo professor Cacau Nascimento, natural de Cachoeira, foi fruto de uma pesquisa de anos, e resultou na dissertação de mestrado defendida no Programa de Pós-Graduação Multidisciplinar em Estudos Étnicos e Africanos, da Universidade Federal da Bahia. O público alvo são professores, ativistas, acadêmicos e religiosos.

O CEAP, por meio do Projeto Camélia da Liberdade, ao publicar este livro, marca mais uma iniciativa para a implementação da Lei 10.639/03 (que torna obrigatório o ensino  da História da África e da História da Cultura Afro-brasileira nas escolas do País), resgatando a contribuição histórica das culturas africanas no Brasil.

Os livros serão distribuídos para instituições, e não individualmente.

Os produtos do CEAP são distribuídos gratuitamente.

Serviço:
Seminário “Herança cultural Jejê-Nagô no Brasil” e lançamento do livro “Bitedô – Onde Moram os Nagôs

Dia 18 de julho (segunda-feira)
Horário: 14h
Local: Sede do Arquivo Nacional – Auditório Principal
Endereço: Praça da República, 173 – Centro, Rio de Janeiro – RJ

Cruzeiro segura pressão do Bahia e vence

O Cruzeiro não teve vida fácil, mas com dois gols de Wallyson derrotou o Bahia por 2 a 1 na Arena do Jacaré, na noite deste domingo, pela décima rodada do Brasileirão. Jobson marcou para o Tricolor baiano e, na comemoração, brincou de pescaria, atitude que poderia ter relação com o “episódio da sardinha”, envolvendo o técnico da Raposa, Joel Santana. O jogador, no entanto, negou.

Com a vitória, a Raposa chegou aos 15 pontos e passou para a sétima posição, mas ainda pode ser ultrapassado pelo Figueirense, que soma 14 e enfrenta o Grêmio na próxima quarta-feira, às 21h50m (de Brasília), no Orlando Scarpelli. Já o Bahia, com dez pontos e na 16ª colocação, continua perto da zona de rebaixamento – o Atlético-GO, com oito, é o primeiro time do Z-4.

Os dois times voltam a campo no próximo domingo, às 16h (de Brasília). O Cruzeiro enfrenta o Corinthians no Pacaembu, e o Bahia recebe o Coritiba em Pituaçu.

No começo, o Cruzeiro não deu chances para o Bahia gostar do jogo, já que Wallyson abriu o placar logo aos quatro minutos. Após cobrança de escanteio, ele pegou a sobra e mandou uma bomba no canto de Marcelo Lomba. Mas o time que começou arrasador passou a ceder espaços ao rival, principalmente pelo lado direito do ataque.

Três minutos depois do gol da Raposa, Jobson teve a chance de se vingar dos xingamentos. Ele chegou a driblar o goleiro Fábio, mas chutou no zagueiro Naldo, que estava sobre a linha. Só que na segunda tentativa, Jobson não perdoou. Mais uma vez pela direita, Jancarlos cruzou, a defesa celeste cortou mal, e o atacante tocou para o gol vazio. Silêncio na Arena do Jacaré.

Na comemoração, Jobson e Júnior foram até a câmera de TV e fizeram a coreografia como se estivessem pescando. Perguntado no intervalo se a comemoração tinha a ver com o técnico cruzeirense Joel Santana, o camisa 11 preferiu não polemizar e disse que não.

Mas o episódio entre Joel e o Bahia também foi lembrado pelos torcedores do tricolor presentes na Arena do Jacaré. Alguns levaram cartazes como resposta ao treinador cruzeirense, que já foi duas vezes campeão estadual pelo clube tricolor, em 1994 e 1999.

Com dois gols em menos de 15 minutos, poderia se imaginar que a partida seria quente, mas os dois times pouco criaram em mais de 35 minutos, e a igualdade acabou justa na primeira etapa.

Gol de Wallyson e muito sufoco

Na segunda etapa, o técnico Joel Santana colocou o meia Roger na vaga de Vitor. Com isso, Leandro Guerreiro foi recuado e passou a jogar como terceiro zagueiro. Assim como aconteceu no primeiro tempo, a Raposa voltou a marcar no início. Em rápido contra-ataque, Montillo lançou Ortigoza, que cruzou rasteiro. O zagueiro Titi e o atacante Wallyson dividiram a bola que acabou balançando as redes. O árbitro deu o gol para o atacante celeste.

Em desvantagem no placar, o Bahia partiu para o ataque, e o Cruzeiro aceitou a pressão da equipe nordestina. Carlos Alberto, com liberdade, levava perigo com passes precisos para Jobson e Ávine. Mas o Bahia pecava nas finalizações. A pressão foi intensa nos minutos finais, mas Fábio dava segurança aos cruzeirenses lá atrás.

Para desafogar a defesa, Joel colocou o jovem Dudu na equipe, e o baixinho criou uma jogada pela direita que quase culminou no gol de Montillo. Após driblar o marcador, ele foi ao fundo e cruzou. No segundo pau, Montillo dominou, mas Lomba saiu rápido e com o peito evitou o gol. Sem conseguir passar por Fábio, o Bahia amargou mais uma derrota no Brasileirão, enquanto o Cruzeiro conseguiu sua terceira vitória em quatro jogos sob o comando de papai Joel.

Fonte: Globo Esporte

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