Feijão-de-corda pode ser ‘arma’ contra câncer de mama

Cientistas da Universidade de Brasília (UnB) encontraram uma substância no feijão-de-corda capaz de tratar o câncer de mama. A descoberta pode ser o ponto inicial para um medicamento que reduza os efeitos colaterais da quimioterapia e da radioterapia.

Segundo o estudo, molécula encontrada no grão – chamada BTCI – mata as células cancerígenas sem afetar as sadias. “Ela causa a fragmentação do material genético e altera outras organelas citoplasmáticas das células do câncer”, disse a pesquisadora Sônia Freitas, uma das responsáveis pela descoberta.

A pesquisa durou quatro anos e foi divulgada na revista “Cancer Letter”, publicação internacional sobre descobertas relacionadas à doença. O método utilizado foi o da observação in vitro, em que linhagens de células cancerígenas foram expostas à BTCI.

Os testes em humanos e o desenvolvimento do novo tratamento devem acontecer nos próximos anos. “Provavelmente será um tratamento via oral ou endovenoso, já que a substância é consumida naturalmente pela população”, disse a pesquisadora.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer, por ano, a doença afeta 49 em cada 100 mil pessoas no Brasil. A região Centro-Oeste é a terceira com maior número de casos, em que a proporção é de 38 mil para cada 100 mil.

Fonte: G1

Campeonato Baiano de Remo começa no próximo domingo

Numa realização da Federação dos Clubes de Regatas da Bahia, em parceria com os clubes de remo, terá início o Campeonato Baiano de Remo, edição 2011, com a 1ª etapa acontecendo no dia 1º de maio, tendo a participação de mais de 100 atletas em diversas categorias, masculino e feminino, fazendo verdadeiros pegas no mar da Enseada dos Tainheiros, a mais antiga raia olímpica do Brasil.
O evento reúne os melhores remadores da Bahia e vai servir de preparativos para a Copa Norte e Nordeste de Remo, que vai acontecer no final do mês de Maio em Vitória – ES e que nosso estado detém a hegemonia do esporte na região.

O Esporte Clube Vitória, atual campeão baiano, é o grande favorito. Os outros clubes, São Salvador, Itapagipe e Santa Cruz, estão treinando forte para quebrar a sequência de títulos do Vitória, aproveitando as mudanças na contagem dos pontos, uma das novidades que a diretoria estará promovendo, como também, a premiação em espécie aos vencedores das provas, juntamente com as bonitas medalhas.

O Campeonato Baiano de Remo é um evento que acontece desde 1904, mostrando a beleza do esporte, com atletas empenhados em fazer o melhor e defender o seu clube, preservando uma tradição desde o início do século XX, deixando a área da Ribeira pequena em dias de regatas e tem o patrocínio do Governo da Bahia, através da Embasa, Oficina Codami, Sorveteria da Ribeira, Lanches Joiá e Estação da Água, com o apoio da Marinha do Brasil, Polícia Militar, Prefeitura de Salvador e Instituto Cultural Brasil Itália Europa.

Fonte: Portal da Metrópole

Para conhecer um pouco da história destes  clubes centenários, basta acessar o site: http://ita1999.blogspot.com/

Arquivo Público da Bahia lança catálogo que resgata período colonial baiano

Pesquisadores, historiadores, arquivistas e todos interessados na história da Capitania da Bahia do século XVII ao XIX, agora, terão acesso aos registros em versões disponíveis em CD-ROM ou no Arquivo Público da Bahia. Esta coleção, composta por dois volumes, será lançada pela Fundação Pedro Calmon (FPC)/ SecultBA, na próxima quarta-feira (27), às 18h, no Palácio do Rio Branco e tornará pública parte importante da história do Estado. Estará presente ao lançamento a Profa. Dra. Esther Caldas Bertoletti, coordenadora do projeto que resultou nesta publicação.

Titulada de Catálogo de Fontes Manuscritos ‘Avulsos’ da Capitania da Bahia traz o acervo documental que, até então, somente podia ser consultado no Arquivo Histórico Ultramarinho, em Lisboa, Portugal. Os documentos tratam de cerca de 224 anos (1604-1828) do período colonial brasileiro, abordando, inclusive, a importância política administrativa da Bahia, para o desenvolvimento do Brasil e renovando os olhares de pesquisadores sobre a história nacional. Alem disto, os dois volumes contribuem para preservação da memória histórica nacional e na democratização do acesso ao patrimônio documental brasileiro. De acordo com a Professora do Instituto de Ciência da Informação da UFBA e diretora do Arquivo Publica da Bahia, Maria Teresa Matos, os resultados práticos na ampliação do detalhamento das pesquisas são imensuráveis. “O acervo reúne documentos textuais, de tipologias diversas, como abaixo-assinados, alvarás, cartas, decretos, despachos, estatutos, execuções, mapas, ordens régias, pareceres, regimentos, entre outros”, acrescenta Teresa.
A COLEÇÃO – A produção deste material se tornou viável a partir do Projeto Resgate de Documentação Histórica Barão do Rio Branco, coordenado pelo Ministério da Cultura, desde 1998. Este projeto é um a iniciativa Brasil – Portugal e foi conduzida a partir das comemorações de 500 anos do Brasil, envolvendo os dois países na execução e na formação da equipe técnica. Juntamente com a Bahia, outros 17 Estados tiveram cerca de 300 mil documentos identificados e digitalizados, todos referentes ao período colonial.
O acervo microfilmado e digitalizado é constituído de 19610 verbetes e assegura o resgate do patrimônio arquivistico comum Brasil-Portugal, sendo composta por mais 250 rolos de microfilmes. Para pesquisadores da história baiana, este documento tem um papel essencial, pois resgata, em grande parte, a época, na qual, Salvador era capital do país.
A diretora Teresa Matos ainda informa que os benefícios do Projeto Resgate motivaram o Arquivo Público da Bahia a adquirir uma máquina digitalizadora/microfilmadora para dar início à conversão dos documentos originais para o formato digital. “Essa conquista integra o projeto de modernização do acesso e da difusão de acervos do Arquivo Público da Bahia, e visa garantir preservação e a segurança do patrimônio arquivístico da Bahia e do Brasil”, ressalta.

Baianão 1ª e 2ª divisão

1ª divisão

Na tarde de ontem, Bahia de Feira e Vitória venceram seus adversários e ampliaram a vantagem.

Em Conquista, o Bahia de Feira foi superior e venceu a equipe do Serrano por 2×1. Já em Pituaçú, o Vitória fez o único gol do  jogo antes dos 2 minutos de jogo. Em jogo equilibrado, um erro da arbitragem prejudicou os tricolores, que agora só avançam para final se vencer o Leão por no mínimo 2 gols de diferença.

Bahia 0 x 1 Vitória
Serrano 1 x 2 Bahia de Feira

2ª divisão

O Galícia fez bonito, goleando o Botafogo por 4 x 0, assumindo a liderança do grupo 1 com 7 pontos. Também com 7 pontos, o Juazeirense passou a ocupar a 2ª colocação, após vencer o Ypiranga por 1 x 0 em Juazeiro. Com a derrota, o Ypiranga passou a ocupar a 3ª colocação com 6 pontos, só que com um jogo a menos que o Juazeirense.

No outro grupo, o Guanambi goleou o lanterna Poções por 3 x 0 e lidera a chave com 7 pontos, seguido por Itabuna e Jequié com 5.

Classificação da 2ª divisão

Arquivo digital resgata cotidiano da Primeira Guerra Mundial

Com a proximidade do centenário do início da Primeira Guerra Mundial, projeto europeu vai resgatar na internet o dia-a-dia de quem vivenciou o conflito. Uma exposição itinerante acompanha o projeto.

Em junho de 2014, completará um século a invasão da Sérvia pelas forças do Império Austro-Húngaro, evento que desencadeou a Primeira Guerra Mundial. Durante os quatro anos de conflito que se seguiram, uma média de 8 mil vidas foram perdidas a cada dia.    Para marcar o centenário e homenagear milhares de famílias afetadas pela guerra, a Universidade de Oxford e a Europeana, que reúne o patrimônio cultural e científico europeu num arquivo digital multilíngue – inclusive em português –, trabalham no projeto que vai contar a história da Primeira Guerra por meio de documentos cotidianos.   A ideia é recriar um cenário confiável que mostre como era a vida do cidadão comum que viveu e lutou naquele confronto. Por meio de fotos de família, cartas e diários, os organizadores planejam formar um grande arquivo que traz histórias inéditas vividas em fronts de guerra em todo o mundo.   O arquivo será uma fonte livre de pesquisa não apenas para historiadores, mas ajudará futuras gerações a entender o conflito e o pensamento coletivo daquela sociedade que viveu os horrores da guerra entre 1914 e 1918.   “O principal objetivo do projeto é lançar um olhar sobre a tragédia da guerra e seus efeitos nos familiares”, disse à Deutsche Welle Everett Sharp, historiador militar da Universidade de Oxford. “O que me impressiona é que, em 1915, tanto os soldados britânicos como alemães mandavam cartas do front para casa que diziam ‘eu espero que essa guerra acabe logo.'”  

Das sombras  

Mas o fim não estava próximo. Seriam necessários mais três anos até que as armas fossem abandonadas, que 16 milhões de pessoas fossem mortas e 21 milhões feridas, e famílias inteiras fossem dissipadas por toda a Europa.   Para Frank Drauschke, historiador da empresa de pesquisa berlinense Facts & Files, o fato foi praticamente esquecido, pelo menos na Alemanha e apesar de toda a tragédia e miséria que trouxe. “A Segunda Guerra Mundial e o sofrimento que trouxe de todas as maneiras possíveis foram tão grandes, que a amargura da Primeira Guerra foi ofuscada”, argumenta Drauschke.   O projeto Europeana, que é financiado pela Comissão Europeia e já está parcialmente acessível, quer muda esse cenário. Uma equipe de especialistas está atualmente na Alemanha convidando residentes a se manifestarem e compartilharem qualquer tipo de suvenir que possam ter daquela época.   Até o momento, a repercussão tem sido grande, fato que Drauschke atribui à vontade que as pessoas têm de mostrar seus tesouros familiares. “Quando você pede para as pessoas trazerem seus objetos para um projeto como esse, elas se sentem como se, finalmente, estivessem sendo reconhecidas. Eles se sentem como se estivessem contribuindo, em vez de deixaram os objetos esquecidos no sótão.”  

Para eternidade  

Para historiadores, o dito sótão é um lugar perturbador. No melhor dos casos, os documentos guardados nesse ambiente acumulam poeira. No pior, eles têm um destino cruel durante uma faxina. O arquivo digital espera encorajar as pessoas a resgatarem tais documentos e apresentá-los ao resto do mundo, seja disponibilizando-os na internet ou levando-os para uma exibição itinerante.   Jon Purday, porta-voz da Europeana, diz que o projeto pode ajudar as pessoas a entenderem mais sobre suas próprias famílias. Exposições itinerantes já aconteceram no Reino Unido e agora serão levadas para França, Bélgica, Polônia, Países Bálticos, Bálcãs, Áustria e Itália.   “As pessoas trazem objetos e dizem ‘eu acho que este era meu bisavô, mas não sei onde ele estava e o que ele fazia,’ e nossos historiadores podem olhar para a evidência e dizer ‘nós sabemos que ele era um oficial de infantaria e que esse capacete significa tal e tal coisa’ , então as pessoas vão embora sabendo muito mais, e se sentindo felizes por isso”, explicou Purday à Deutsche Welle.

 Uma nova abordagem  

Ao encorajar as pessoas a contribuírem com material privado para arquivos públicos, uma nova perspectiva da guerra vem à tona. Essa contribuição dá um tom mais pessoal e ao mesmo tempo mais extenso ao conflito, chegando a níveis que livros simplesmente não alcançam.   “Livros sempre usam as mesmas fotografias, mas quando você reconta uma história por meio de um relato pessoal, isso atinge muito mais as pessoas. Esse é o motivo pelo qual eu quis oferecer o que eu tenho, eu vez de mantê-lo na minha gaveta”, diz Guido Papperitz, colaborador da Europeana.   Os organizadores planejam completar o arquivo até 2014. Além de material privado, poderão ser acessados documentos oficiais incluindo jornais e arquivos da guerra que estão sendo digitalizados por bibliotecas nacionais em toda a Europa como parte do projeto.   “Usuários poderão explorar rotas diferentes e visualizar os documentos sob diferentes pontos de vista. Isso funciona se você puder cruzar a fronteira entre o público e o profissional e entre os diferentes países”, comenta Purday.   Diferentes nações significam línguas diversas. Enquanto a equipe não tiver capacidade para traduzir os documentos, a esperança é que uma comunidade de usuários se forme em torno do arquivo e que se ofereça para transcrevê-lo. Uma vez transcritos, os documentos poderão ser acessados e traduzidos através de ferramentas de tradução.  

Autora: Tamsin Walker (np)
Revisão: Carlos Albuquerque

Fonte: DW-World.DE

Nasa libera arquivos do telescópio Wise

Astrônomos, profissionais ou amadores, agora podem examinar uma coleção de milhões de galáxias, asteroides e estrelas fotografadas pelo telescópio WISE. O Wide-field Infrared Survey Explorer (WISE), lançado em 14 de dezembro de 2009, já tirou mais de 2,7 milhões de fotos. O telescópio permance em órbita em volta da Terra.

Sua missão é mapear todo o céu em luz infravermelha com a maior resolução já vista. Entre as descobertas não tão distantes estão 20 cometas, mais de 33 mil asteróides entre Marte e Júpiter, além de 133 dos chamados Objetos Próximos à Terra – asteróides orbitando a menos de 45 milhões de km.

O Wise foi desativado em fevereiro, quando parou de trasnmitir novas imagens à Terra. Desde a semana passada, 57% do céu mapeado por ele já está acessível num arquivo público online. A pesquisa completa será liberada em 2012. Os arquivos para astrônomos estão em outro endereço. Há também uma página (em inglês) para entusiastas inexperientes aprenderem a navegar pelos dados.

Fonte: Exame.com

Workshop “Música como Estímulo à Leitura ”

O Goethe-Institut Salvador promoverá no dia 9 de maio, em parceria com o Instituto de Ciência da Informação da Universidade Federal da Bahia (ICI/UFBA), o CRIA (Centro de Referência Integral ao Adolescente) e a Fundação Pedro Calmon, o workshop “Música como Estímulo à Leitura”, que tem por objetivo debater o papel da música no processo de letramento em comunidades carentes.

O evento contará com palestras e debates com profissionais especializados. De Berlim virá a pedagoga de dança e música, Profª Antje Blome-Müller, que fará palestras sobre suas experiências no campo da pedagogia musical e atuação em vários grupos de atividades artísticas na Alemanha; Para falar sobre a problemática no Brasil, foi convidada a Profª Alessandra Alexandroff Netto, que é graduada em Composição e Regência pela UNESP – SP, Pedagogia pela UniABC – SP e Pós em Artes Pláticas pela Unilasalle – RJ.

Todas as atividades aconteceram no Teatro do Goethe-Institut (Av. 7 de Setembro, 1809 – Vitória).

Taxa de inscrição:
R$ 30,00 e R$ 15,00 para estudantes.

Os interessados poderão obter certificado de participação.

Contato e inscrições:
Álvaro Almeida
Email. bibl@salvadorbahia.goethe.org
Tel.: 71/33384706

Programação:

9h:  Palestra de Abertura: “Musicalização da Vida e do Aprendizado cotidiano.” – Antje Blome-Müller, pedagoga
10h40 – 11h:coffee-break
11h – 12h30:  Palestra: “Encantos e cantos, o encontro da leitura com a música : 
        A Poesia e a Música – Cantigas de roda e parlenda, Literatura infantil e a Música –        Alessandra Alexandroff Netto, pedagoga

Tarde – Oficinas
14h:  Workshop:  Exemplos Práticos  da Música no Fomento à Leitura
            Antje Blome-Müller
15h30:  Oficinas práticas com música, leitura e movimento.
            Alessandra Alexandroff Netto

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