Morre John Barry

O compositor britânico John Barry, famoso por seus trabalhos nas trilhas sonoras dos filmes do agente James Bond, morreu aos 77 anos de ataque cardíaco, informou nesta segunda-feira à rede “BBC”.

Desde os anos 60, John Barry encantou o mundo com a sua magnífica obra, que lhe garantiram  cinco Oscar e o prêmio especial Bafta (o Oscar britânico) em 2005.

Barry, que casou-se quatro vezes,  além das trilhas sonoras dos filmes de James Bond, foi responsável por inúmeras trilhas de sucesso, entre elas “Proposta Indecente”, “A Letra Escarlate”, “Dança com Lobos”  “King Kong”, e “Alice no País das Maravilhas” 

Mais sobre o artista no seu site oficial:

http://www.johnbarry.org.uk/

4ª rodada do Baianão

O Atlético de Alagoinhas, jogando diante de sua torcida, venceu a equipe do Feirense pelo placar de 2×0, assumindo a liderança do grupo 1 com 9 pontos. O Atlético também é a equipe que mais pontuou na competição.

Em Ilhéus, o Colo-Colo mantém a regularidade e venceu o Ipitanga por 1×0. Já em Camaçari, o representante local não resistiu ao Vitória da Conquista e perdeu por 2×1.

No jogo dos Lanternas, realizado na cidade do Senhor do Bonfim, o Juazeiro conseguiu marcar o 1º ponto no campeonato, ao empatar em 1×1 com o Serrano.

O Vitória, líder do Grupo 2 com 7 pontos, foi a Feira de Santana enfrentar o Bahia de Feira. Em jogo equilibrado, o Vitória abriu o placar com Edson, mas sofreu o empate com um gol de João Neto e a partida terminou em 1×1. Com o resultado, a equipe de Feira caiu para a 2ª colocação.

Também com 7 pontos, o Fluminense de Feira assumiu a 2ª colocação do grupo do Vitória, ao vencer de virada o Bahia, em jogo realizado em Pituaçú.

Com mais uma derrota, o Bahia tem sido a maior decepção do Campeonato. Hoje, o tricolor é o penúltimo de seu grupo e a torcida demonstra revolta com os erros do time dentro e fora de campo.  

Novo álbum do Cavalera Conspiracy a caminho

A banda brasileira de metal Cavalera Conspiracy, formada pelo vocalista e guitarrista Max Cavalera e o baterista Igor Cavalera, precisou de apenas três dias para gravar as 15 músicas de seu novo disco. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (27) pelo site oficial da gravadora do grupo, a Roadrunner Records.

Os integrantes descrevem as canções como “bem pequenas” e revelam que elas vão “direto ao ponto”. “Blunt force trauma” é o sucessor de “Inflikted”, lançado pelo grupo em 2008. O novo disco chega às lojas no dia 29 de março.

“Da outra vez não tínhamos tempo, então por isso gravamos rápido. Desta vez, tínhamos todo o tempo, mas decidimos fazer rápido mais uma vez. Porque isso é ser punk rock”, justificou Max, que tocou com Igor na formação clássica do Sepultura.

Além do Cavalera Conspiracy, Max e Igor mantém outros projetos musicais bem distintos.

Max é o lider do Soulfly, formada no ano de 1997, logo após a tumultuada saída dele do Sepultura, justamente no período de maior popularidade da banda. A Soulfly já lançou 7 álbuns, sendo que o mais recente é o Omen, de 2010.

Já Igor, deixou o Sepultura em 2006, e ao contrário de seu irmão Max, não trilhou pelo metal. Ele, juntamente com a sua esposa Laima Leyton,  formaram o Mixhell, voltado para a música eletrônica.

Simpósio Internacional de Estudos Inquisitoriais: História e Historiografia

Em promoção conjunta da UFBA, UFRB, UESB, UNEB e Universidade de Évora (Portugal), será realizado em Salvador, de 10 a 14 de agosto, na Universidade Federal da Bahia, o Simpósio Internacional de Estudos Inquisitoriais: história e historiografia.

Apresentação

A história da Inquisição na Era Moderna (1492-1789) tem o seu marco inicial no final da década de 1470 quando os reis espanhóis Fernando II de Aragão (1452-1516) e Isabel I de Castela (1451-1504) solicitaram ao papa Sisto IV (1471-1484) a autorização para estabelecer o Tribunal da Inquisição com objetivo de combater o crescimento das práticas heréticas, sobretudo entre os conversos judeus e muçulmanos.

Da publicação da bula Exigit Sincerae Devotionis Affectus (1 de Novembro de 1478) até à extinção definitiva ocorrida em 1834, o Santo Ofício actuou em toda área de dominação espanhola, incluindo estabelecimentos de tribunais na América (Peru em 1570, México em 1571 e Cartagena em 1610).

Em terras lusitanas a experiência começou no reinado de D. João III (1521-1557) quando o papa Paulo III (1534-1549), a 16 de Julho de 1547 publicou a bula Meditatio Cordis que estabeleceu o Santo Ofício da Inquisição Portuguesa. Essa instituição agiu por quase trezentos anos (1536-1821), acumulando mais de 40 mil processos, envolvendo muito mais pessoas dentre presos e denunciados. A América portuguesa presenciou, igualmente, um fenômeno discriminatório que segregou vários grupos, colocando-os à margem da sociedade e negando-lhes uma série de direitos, principalmente aos cristãos-novos. Os crimes sob a alçada inquisitorial foram classificados de crimes contra a fé, contra a moral e os costumes, como bigamia, sodomia e feitiçaria, entre outros. Os primeiros eram considerados os mais graves, e recebiam as penas mais severas.

Além dos tribunais ibéricos, a 4 de Julho de 1542, por meio da bula Licet ab initio, foi criada a Inquisição Romana, conhecida como Congregação do Santo Ofício. O crescimento de práticas denominadas “protestantes” foi o que motivou o estabelecimento desta Congregação. A actuação da chamada Inquisição Romana deixou registos que são de grande valia para o estudo desta época, destacando-se os processos movidos contra Giordano Bruno (1548-1600) e Galileu Galilei (1564-1642).

Atualmente, contamos já com importantes pesquisas sobre o funcionamento da Inquisição. Atendendo à complexidade da Instituição, urge não só repensar o tema, “avaliar” o que foi escrito, mas igualmente abrir novos campos de pesquisa. Por isso, o evento objetiva reunir pesquisadores e estudiosos que nos falem da Instituição, mas também todos aqueles que usam as fontes inquisitorias para nos dar a conhecer outros campos do saber sobre a sociedade moderna e contemporânea.

As inscrições para proposição de simpósio temático e mesa-redonda estão abertas até o dia 15 de fevereiro.

Para efetuar inscrição e ter acesso a programação e outras informações, basta acessar o site oficial do evento:

Simpósio Internacional de Estudos Inquisitoriais

Baianão – 3ª Rodada

O Bahia de Feira vem mostrando em campo que o título do Torneio Início conquistado este ano não foi obra do acaso. Ontem, jogando em Vitória da Conquista, derrotou o Serrano pelo placar de 2×0. Com o resultado, o time se mantém na liderança do grupo 1.

O 2º lugar do grupo 1 é o Atlético de Alagoinhas. O Carcará foi a Feira de Santana e derrotou o Fluminense por 2×1. Uma importante vitória.

Falando em Vitória, o Vitória da Capital superou o xará Conquistense por 2×0 no Barradão, com gols de Alisson (ex-zagueiro do Bahia) e Júnior Timbó. Com o resultado, o rubro-negro assumiu a liderança do Grupo 2.

Em Camaçari, o time da casa ficou no empate contra o Colo-Colo de Ilhéus por 1×1. Os dois clubes ocupam a 3ª colocação de seus grupos. Com o resultado, o Colo-Colo se mantém invicto na competição, mas desperdiçou uma grande oportunidade ao ceder o empate no fim do jogo. Méritos para o Camaçari, que não deixou de acreditar no jogo.

Este mesmo mérito teve o time do Ipitanga no jogo contra o Bahia. Em um jogo que parecia ter um final tranquilo para o Tricolor, o Tucano mostrou poder de reação e garantiu o empate.

O jogo começou bom para o Bahia, logo no início Jael converteu um pênalti e ainda no 1º tempo Camacho mais uma vez marca ampliando para 2×0. No 2º tempo, o Ipitanga  descontou com Leílson numa cobrança de falta e o artilheiro Sassá empatou a partida. Quando o jogo parecia definido, Maurício acertou um belo chute, fazendo o 3º do Bahia, aos 42 minutos. Enquanto o juiz não apitar, o jogo continua valendo e mais uma vez o tricolor perde uma partida no fim de jogo. Sassá, aos 48 minutos, aproveitou a falha da zaga e decretou o empate.

A rodade se encerra hoje com o jogo Feirense x Juazeiro.

A volta do Botafogo Sport Club

Para os fãs da história do futebol brasileiro, uma boa notícia. O Botafogo Sport Club, mais conhecido como Botafogo da Bahia, está confirmado na 2ª divisão do Campeonato Baiano deste ano.

4º maior campeão de títulos da Bahia com 7 títulos (1919, 1922, 1923, 1926, 1930, 1935 e 1938) e 6 torneios-início (1924, 1925, 1940, 1948, 1952 e 1963) o alvi-rubro retorna ao futebol profissional após 30 anos de inatividade.

Além do Botafogo, outros dois tradicionais clubes de Salvador vão disputar o acesso a série A, Galícia e Ypiranga. O Galícia nunca deixou de disputar competições profissionais, já o Ypiranga retornou as atividades ano passado.

Em tempo, somente duas equipes sobem para a 1ª divisão e os times do interior prometem lutar pelas  vagas.

Outras informações sobre a volta do Botafogo, basta acessar o site Bahia Notícias

 Botafogo Sport Club em 1952. Em pé: Alberto – Nazario – Bartolomeu – Flávio – Tatuí e Julio. Agachados: Dedeu – Iedo – Zague – Roliço e Lamarone.

Foto do site Relíquias do Futebol

Messias se apresenta na Livraria Cultura

Messias se apresenta na Livraria Cultura de Salvador

Inaugurada recentemente, a Livraria Cultura de Salvador (localizada no Salvador Shopping) vai receber o show de Messias, promovendo o álbum “escrever-me, envelhecer-me, esquecer-me”. O espetáculo será realizado no dia 29 de janeiro, às 19 horas, com entrada franca.

Na ocasião, o disco estará disponível para compra. Messias será acompanhado por André t, Jô Estrada e Mark Mesquita.

Acervo do Supremo guarda 215 anos de história do Judiciário

O documento mais antigo guardado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) é um processo judiciário manuscrito denominado Causa de Libelo, datado de 1796, e que tramitou no chamado Tribunal de Relação. Trata-se de um pedido de reconhecimento, por parte da Justiça, da liberdade de uma escrava. Restaurado com o intuito de preservar sua integridade, o documento é considerado uma relíquia e está em boas condições de leitura, podendo ser consultado por estudiosos, sob supervisão dos analistas do Tribunal.

Partindo do princípio de que preservar o acervo de uma instituição é preservar a sua memória, o STF, por meio de sua Secretaria de Documentação, tem trabalhado para garantir a conservação e o acesso ao seu patrimônio documental. O arquivo da Suprema Corte abriga 215 anos de história do Judiciário brasileiro, distribuída em cerca de 300 mil processos judiciais. São mais de cinco mil metros lineares de documentos em papel e outras mídias, ou seja, cinco quilômetros de informação empilhados e dispostos em linha reta. Mais de 80% do acervo referem-se a arquivos de caráter histórico.

Relíquias

Outro arquivo histórico de grande relevância é o Processo de Justificação de Sevícias nº 52, de 1815, época da Casa de Suplicação, no qual uma mulher pediu o divórcio por motivos de maus tratos do marido. O juiz responsável pelo caso acatou o pedido, autorizando a separação do casal. Foi uma decisão polêmica e corajosa para a época, marcada pela submissão da esposa ao marido em direitos e obrigações.

Desde o século XIX já se falava em reconhecimento de paternidade e partilha de herança. Na Ação de Libelo nº 15, de 1840, armazenada nas estantes do Supremo, Rita Maria de Vasconcellos pediu para ser reconhecida como filha natural de Joaquim Elias de Vasconcellos e, com isso, ter direito à herança. A outra parte tentou provar a infidelidade da mãe de Rita, levantando suspeitas sobre sua filiação. Ela, no entanto, demonstrou que a mãe foi fiel e o relacionamento foi duradouro, conseguindo a sentença ao seu favor. A semelhança física foi critério decisivo.

Extradição de Olga Benário

Também integra o arquivo permanente do STF o Habeas Corpus (HC) 26155, por meio do qual a alemã e judia Olga Benário, então esposa do militar e político do Partido Comunista Brasileiro Luís Carlos Prestes, pediu um indulto para não ser extraditada para a Alemanha. A extradição foi concedida pelo Supremo e Olga, acusada de crimes políticos pelo Governo de Getúlio Vargas no período do Estado Novo, foi devolvida ao país de origem. Ela morreu em 1942 no campo nazista de extermínio de Bernburg.

Datado de 3 de junho de 1936, o documento apresenta pedido para que Olga Benário não fosse expulsa do país. Ela estava presa na Casa de Detenção do Rio de Janeiro, acusada de participar da Intentona Comunista de novembro de 1935 e por ser considerada perigosa à ordem pública e nociva aos interesses do país. No HC, a defesa argumentou que a extradição era ilegal, pois ela estava grávida e sua devolução à Alemanha significaria colocar o filho de um brasileiro sob o poder de um governo estrangeiro.

Revolução Federalista

Outro habeas corpus armazenado no arquivo histórico do Supremo merece destaque: é o HC 415. O processo foi impetrado em 1893 pelo advogado Rui Barbosa em favor do senador Almirante Eduardo Wandenkolk e outros oficiais reformados, retidos nas Fortalezas de Santa Cruz, Laje e Villegaignon, acusados de crime militar por terem participado do confisco do Navio Júpiter. O pedido de soltura dos acusados foi, no entanto, negado pelo Plenário do Supremo.

Os acusados teriam assumido o comando da embarcação no litoral sul do Brasil na tentativa de conspiração contra o Governo Floriano Peixoto, reforçando os objetivos da Revolução Federalista, deflagrada no Rio Grande do Sul. Na petição, Rui Barbosa alegou demora na formação da culpa e imunidade parlamentar para o senador. Em relação aos demais acusados, o jurista sustentou incompetência do foro militar para julgá-los, pois eram oficiais reformados e deveriam ser julgados pela Justiça comum.

Cuidados

Segundo a coordenadora de Gestão Documental e Memória Institucional do Supremo, Kathya Campelo Bezerra, a Lei nº 8.159/1991 define o dever do Poder Público de fazer a gestão documental e a proteção especial aos documentos de arquivo como instrumento de apoio à administração, à cultura, ao desenvolvimento científico e como elementos de prova e informação. “Vale ressaltar a importância de permitir que as futuras gerações também tenham acesso a esse legado onde está depositada parte da história do nosso país”, destaca.
 
De acordo com Kathya Bezerra, os registros históricos têm prioridade no tratamento, pois além da descrição do conteúdo, são higienizados, restaurados, digitalizados, armazenados em ambiente climatizado e acondicionados em caixas e invólucros especiais. A Secretaria de Documentação possui um laboratório, referência em Brasília, para a restauração dos documentos que necessitam de alguma intervenção para preservar sua integridade.

A digitalização é outra medida de preservação adotada pela equipe. Estão sendo digitalizados os processos históricos e os livros de andamentos processuais. “Acesso e preservação são importantes fatores para a adoção da digitalização dos documentos. Assim, prevê-se que algo em torno de 20 a 30% de todo o acervo possa ser digitalizado por constituírem informações relevantes, passíveis de pesquisa e de preservação”, ressalta a coordenadora.

A organização da memória documental da Corte, iniciada efetivamente em 1998, é de responsabilidade da Seção de Arquivo, que conta hoje com 20 pessoas na equipe. Também integram o grupo quatro estagiários de Arquivologia e quatro auxiliares portadores de deficiência, contratados por meio de convênio assinado entre o STF e a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) do Distrito Federal, para realizar as atividades de higienização dos documentos.

A documentação do arquivo do Supremo é dividida em acervos judiciário e administrativo. No judiciário podem ser encontrados os processos originários findos, os processos administrativos e os processos históricos relativos às atividades do Supremo Tribunal de Justiça (de 1829 a 1890) e do Supremo Tribunal Federal (de 1891 até os dias atuais).

Já no acervo administrativo é possível consultar documentos produzidos e recebidos pelo Tribunal referentes às áreas de recursos humanos, material e patrimônio, orçamento e finanças e administração geral. Alguns processos anteriores à transferência da capital federal para Brasília, em 1960, estão sob a guarda do Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro.

Acesso

A história armazenada no arquivo do STF pode ser acessada por qualquer cidadão, que tem direito de requisitar processos e informações de seu interesse. No caso de documentos sigilosos, o acesso é restrito e o pedido deve ser autorizado pela autoridade competente. Os arquivos que encerram sigilo são guardados em um cofre cujo acesso é restrito apenas a determinadas pessoas.

As consultas podem ser feitas na Seção de Arquivo, localizada no subsolo do Edifício-Sede do Supremo. Também é possível fazer consultas a distância, por carta, pela internet, por telefone, fax ou por e-mail (arquivo@stf.jus.br).

Reportagem do Correio do Brasil

Foi o futebol quem venceu

Em um jogo emocionante, o Flamengo venceu o Bahia pelo placar de 2×1 e pela 2ª vez conquista o título de Campeão da Copa São Paulo de Júnior.

Parabéns ao Flamengo pela Conquista e para o Bahia pela ótima campanha e pela garra.

Foto do portal IG

Abaixo, texto publicado pelo Juca Kfouri no seu blog,  sobre a grande final da Competição:

“O Pacaembu recebeu cerca de 20 mil torcedores, menos gente do que se esperava na decisão da Taça São Paulo.

Numa manhã ensolarada no feriado paulistano do aniversário da cidade, mesmo com dois times de fora do estado, imaginava-se o estádio lotado.

O ingresso é gratuito e estavam em campo os times mais populares do país e do nordeste, Flamengo e Bahia.

Flamengo que tem mais torcida em São Paulo do que a Portuguesa.

Bahia que jogou a final sem três titulares importantes em sua campanha.

Mesmo assim o Pacaembu viveu uma de suas jornadas mais coloridas, tingido de vermelho, preto, azul e branco.

E viu um belo jogo, com predomínio carioca no primeiro tempo, apesar de as melhores chances terem sido baianas, e um justo 1 a 1 nos 45 minutos iniciais, com belos lances individuais.

O Mengo fez 1 a 0 logo de cara, com seu zagueiro Frauches, de fora da área, aos 6.

Rafael empatou aos 30, de pênalti.

Quando, no segundo tempo, o Bahia era melhor e enlouquecia sua torcida com dribles desconcertantes, eis que Dudu cometeu pênalti, foi expulso e Negueba fez 2 a 1, aos 22.

Onze contra 10, 30 graus no termômetro, uns 35 sob o sol das 11 horas da manhã, o Flamengo ficou senhor da situação depois de ter no seu goleiro César um dos grandes nomes do jogo e autor de um milagre no antepenúltimo minuto.

E ganhou, invicto, sua segunda Copinha, 21 anos depois.

Bom presságio para 2011 depois de um 2010 em que tudo deu errado.

E que o Bahia saiba cuidar de sua talentosa garotada, como o meia Fábio, por exemplo,  para também poder voltar a viver seus dias de glória.

Sim, porque o Bahia desta vez não perdeu.

Foi o futebol quem venceu”.

2ª rodada do Baianão 2011

Bahia e Vitória se reabilitam e conquistam os 3 primeiros pontos no Campeonato Baianao 2011.

Jogando em Pituaçú, o Bahia não apresentou um bom futebol, mas conseguiu superar o Feirense pelo placar de 2×0. Já o Vitória, jogando fora contra o Juazeiro, venceu por 3×1.

O Serrano, que estreou vencendo o Bahia na primeira rodada, sofreu uma humilhante goleada de 6×2 para o Atlético em Alagoinhas. O Ipitanga, que havia vencido o Atlético na primeira partida, tomou 3×0 do Conquista.

Jogando em seus domínios, o Bahia de Feira venceu o Camaçari por 2×0, enquanto o Fluminense foi a Ilhéus e empatou com o Colo-Colo pelo placar de 1×1.

A próxima rodada será realizada na quarta-feira.

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