“Máquinas de sexo” – Rio for Parties

rioforparties

Este é o livro da polêmica da vez.  Editado em Inglês, ele dar dicas “importantes” sobre o calor humano carioca.

 “As popozudas são máquinas de sexo. Elas malham, vestem calças apertadas que entram no bumbum, pintam o cabelo de louro e fazem de tudo para ficarem lindas. Bom investimento, já que o motel é sempre uma possibilidade com estas gatas…se você também é sarado

Bem, sabemos que é um absurdo generalizar, até porque uma enorme parcela intelectual de nosso País é oriunda das águas da Guanabara. O que o livro faz é o tipo conversa entre amigos que estão articulando uns esquemas sexuais. O que mais choca não é a publicação e sim a permissiva visão sexual que é feita, fruto de uma equívocada “moda” na qual muitos exaltam como “movimento cultural”. Inclusive, tem até um deputado que quer criar uma lei de incentivo ao “movimento sexual dos quadris”, para que ele seja tratado com “dignidade e sem preconceito”.

Bem, se o “movimento” do Samba não empolga como antes, lança-se mão do movimento das “popozudas & preparadas”.

Gringos, preparem-se!

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One Response to “Máquinas de sexo” – Rio for Parties

  1. Fernando says:

    Ora, ora, ora… Se não estou vendo aqui um balde cheio até a borda com… hipocrisia!

    Infelizmente, o comportamento e a imagem da mulher brasileira – que somente não vê quem não quer – é mais a imagem de um produto, mais especificamente de um pedaço de carne ambulante, do que qualquer outra coisa.

    Os próprios prospectos da Embratur, de tudo quanto é agência de turismo brasileira, sempre apresentaram – com o máximo destaque, em primeiro plano – mulheres em biquínis sumaríssimos como chamarizes de dólares.

    Morei cinco anos no Canadá. Vinha chinês me perguntar se no Brasil era mesmo assim… Chegou e pronto: um festival de sexo! Eu dizia, sim, inclusive para os gays, já que o Brasil foi ranqueado o “melhor país do mundo”, com uma estimativa de que um gay estrangeiro poderia arranjar um parceiro a cada 12 segundos, em média.

    Um país em que o carnaval é uma verdadeira aberração de mau gosto… querendo dar uma de ofendido… Que gracinha…

    E quanto à mulher, sexo, cama, luxúria – e por aí vai -, gosto muito, sim. Mas, entre quatro paredes, sem exibicionismos públicos – e sem este comportamento tosquíssimo que nós temos aqui.

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