Ajudem ao “Lar Pérolas em risco”

EM SALVADOR, a violência sexual contra crianças e adoles­centes é uma triste verdade. O dado mais recente, do primeiro semestre de 2010, aponta 491 ca­sos que acometeram meninas e meninos de 0 a 17 anos de idade. Para piorar, a quantidade de ins­tituições destinadas a acolher e reinserir socialmente as vítimas é bem pequena.

Se no governo do Estado existe apenas o Serviço de Aten­ção a Pessoas em Situação de Violência Sexual (Viver), na es­fera municipal não há nenhum projeto destinado exclusivamen­te para vítimas de abuso sexual.

Segundo instituições que trabalham no combate a este tipo de violência, as organiza­ções geridas pelo poder público respondem por 5% do trabalho desenvolvido para as vítimas em toda a Bahia.

Em Salvador, ONGs como o Lar Pérolas de Cristo, que aten­de a 116 crianças e adolescen­tes vítimas de abuso sexual ou abandono, além de 12 mães de jovens abusados, respondem pelos outros 95%. Mas a falta de recursos para administrar as ca­sas de acolhimento e suprir as necessidades dos internos vem dificultando o funcionamento das organizações.

Fundado pela merendeira Vera Lúcia Guimarães, o Lar Pérolas de Cristo funciona há 12 anos em Pa­ripe e recebe repasses municipais, estaduais e federais. “Juntas, as três esferas destinam R$ 425 por in­terno. Precisaríamos de pelo menos R$ 600, além dos custos de manu­tenção e salários. O poder público entra com 42% e eu, com os outros 58%, mas não consigo”, explica.

Nas regras para acolhimento do Conselho Nacional dos Direi­tos da Criança e do Adolescente e do Conselho Nacional de Assistên­cia Social, a idade máxima de per­manência nos acolhimentos é 18 anos. Mas a Justiça chega a levar sete para julgar crimes de violên­cia sexual. Durante esse período, os internos recebem atendimento psicossocial e educacional.

Reforma não sai por falta de dinheiro

Além das dificuldades finan­ceiras, o Lar Pérolas de Cristo en­frenta outro problema: a possível execução de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público (MP) em 2007. O TAC previa reforma da casa, mas a administradora não pôde assu­mir o compromisso. “Não tenho di­nheiro, não consegui executar nem metade. Se pudesse, faria uma am­pliação para receber até 200 inter­nos, e ainda seria pouco”, lamenta.

O MP apontou dificuldades como baixa escolaridade, falta de recursos e procedimentos inade­quados nos encaminhamentos, além de baixo apoio governamen­tal, rejeição familiar, lentidão da Justiça e preconceito. As possíveis soluções passam pelo aumento da rede de apoio, ampliação dos espa­ços e valorização do trabalho social.

Doações:

Banco Bradesco
Ag: 3551-3
CC: 12707-8

Reportagem do Jornal da Metrópole

e-lixo: Doando e Ajudando

Campanha – Combate à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes

“Ex-viciado” propõe em livro dieta digital para evitar overdose de tecnologia

Você é daqueles que ficam aflitos se não conseguem checar e-mail no fim de semana ou se irritam com o Wi-Fi lento do hotel numa viagem a passeio? Talvez você precise de uma dieta para se “desintoxicar” da tecnologia, sugere o jornalista canadense Daniel Sieberg, especializado na área — ele próprio um “ex-viciado”. Autor do livro “The Digital Diet” (do inglês, “a dieta digital”), ainda sem tradução para o português, ele propõe um programa em quatro etapas para acabar com a dependência e encontrar o equilíbrio.

A dieta inclui um período de abstinência e o cálculo do “peso digital” de cada pessoa, com base em um índice criado por Sieberg que leva em conta o número de aparelhos eletrônicos, logins e serviços, como são usados e por quanto tempo. Aos 40 anos, Sieberg, que trabalha atualmente no Google de Nova York e chegou a fazer coberturas para veículos como os canais de TV CNN, CBS News, BBC News e Discovery Channel, diz que o livro surgiu a partir da sua própria experiência.

Ele conta que percebeu algo errado quando ficou cara a cara com um tubarão durante um mergulho nas Bahamas. Em vez de medo ou frio na barriga diante do enorme predador, sentiu uma vontade louca de usar seu Blackberry e compartilhar aquele momento com seus amigos nas redes sociais. “Passei a analisar como a minha dependência em tecnologia tinha impacto no meu casamento e no relacionamento com a família e amigos.”

Sieberg reconhece que é impossível ficar sem tecnologia, mas propõe que as pessoas aprendam a viver com uma quantidade sustentável, sem serem atropeladas por ringtones ou ficarem desnorteadas quando a internet cair. Os sinais de dependência excessiva variam, segundo ele. “Sempre haverá casos extremos de indivíduos sufocados pelo excesso de alguma coisa. Meu livro foca na maioria, que busca meios de tirar vantagem da tecnologia de maneira saudável.”

A obra traz, por exemplo, várias sugestões de aplicativos. “Um dos melhores é o ‘Rescue Time’ [do inglês, 'recupere o tempo'], que monitora as suas experiências online e mostra como você gasta o seu tempo. Outros programas também podem trazer benefícios, como os disponíveis nos consoles de videogame que permitem aos pais limitar o tempo em que o aparelho fica ligado.”
 
A maneira como as crianças interagem com tecnologia é, aliás, uma preocupação genuína sua. Pai de uma menina de um ano, Sieberg revela que não deixa a filha nem assistir à TV. A única exceção são as videochamadas no laptop com os avós. “Como eles moram no Canadá, essa é a maneira de participarem mais da vida dela.”

Confira a seguir os principais trechos da entrevista concedida ao UOL Tecnologia por Sieberg, que estará em janeiro em Londres para lançar seu livro no Reino Unido.

UOL Tecnologia – Por que as pessoas estão perdendo o controle sobre o uso da tecnologia?

Daniel Sieberg - Acredito que em parte tem a ver com a rapidez com que incorporamos certos aparelhos, como os smartphones. Um smartphone é um minicomputador que cabe no bolso e nos permite fazer qualquer coisa online a qualquer hora. Enquanto, obviamente, há benefícios maravilhosos nesse tipo de tecnologia, acho também que ela aconteceu de forma muito rápida sem que talvez tivéssemos a chance de parar e refletir sobre o impacto disso nos nossos relacionamentos e no gerenciamento do nosso tempo.

UOL Tecnologia – De que maneira uma overdose de tecnologia prejudica o dia a dia?

Sieberg – Varia. Algumas pessoas acabam disfuncionais por causa da dependência excessiva de tecnologia. Conheci um casal que jogava RPG pela internet por 12, às vezes 18, horas por dia no mesmo quarto. Eles nunca conversavam pessoalmente, mas interagiam no jogo. O problema é que os dois filhos pequenos deles, sendo um com necessidades especiais, eram negligenciados. É um exemplo extremo. Na outra ponta estão as pessoas que não usam muita tecnologia e dão pouca importância a ela. Mas acho que a grande maioria de nós está no grupo dos que amam tecnologia e se preocupam com o espaço que ocupa nas nossas vidas.

UOL Tecnologia – E como fica a geração que já nasceu conectada?

Sieberg – A geração de hoje cresceu somente com a experiência de estar online, sempre conectada. Conheci 50 estudantes em Vancouver quando faziam uma “desintoxicação” de cinco dias sem redes sociais ou mensagens de textos. Só podiam enviar alguns e-mails. Certamente, não foi fácil para eles, mas a maioria achou que a experiência valeu a pena porque ganharam alguma perspectiva e passaram a valorizar a tecnologia de que dispõem. Mas lembre-se: como parte da “dieta digital”, sugiro não mais do que um ou dois dias de “desintoxicação”. Mesmo com um período curto é possível obter um bom resultado.

UOL Tecnologia – Você propõe um índice para calcular o peso que a tecnologia tem na nossa vida (calcule aqui o seu).

Sieberg – O “Índice de Peso Virtual” é uma brincadeira em cima do Índice de Massa Corporal (IMC) e a ideia é mostrar o peso que você não vê. Em outras palavras, medir o número de aparelhos, logins e serviços que você usa e avaliar quais são necessários. Admito que o índice é ligeiramente arbitrário por natureza, mas tem como base muitos anos de experiência.

UOL Tecnologia – Para quem é destinada a dieta?

Sieberg – É para qualquer um que ame tecnologia, mas que busca um equilíbrio saudável. A dieta foi desenhada para ser abrangente, mas não é uma medida única. As pessoas têm “metabolismos digitais” diferentes: uma quantidade de tecnologia que sufoca alguém pode, ao mesmo tempo, ser boa para outra. A dieta permite incluir qualquer um da família e há dicas específicas para os pais, como colocar os smartphones da família na geladeira durante o jantar.
 
UOL Tecnologia – Existe um consumo ideal de tecnologia? Qual é o equilíbrio?

Sieberg – É diferente para cada pessoa, mas, de uma forma geral, devemos tratá-lo como comida e lembrar que é uma estratégia de longo prazo. Usar muito num dia não vai ser prejudicial ao longo de semanas, meses ou anos. E varia conforme a situação. O ponto central é ter em mente se a tecnologia o prejudica ou prejudica aqueles ao seu redor e encontrar um meio de alcançar um tipo de “zen tech”.

UOL Tecnologia – E quando a dieta não é seguida à risca?

Sieberg – Não há problema. Nós somos humanos. Eu certamente estou longe de ser perfeito e em alguns dias não é fácil seguir qualquer tipo de plano, muito menos a dieta digital. A ideia é incorporar os ideais da dieta a cada dia o máximo possível e sentir, ao final do dia, que você foi produtivo e esteve em contato com o que realmente importa.

UOL Tecnologia – Você se descreve como um viciado de jogos online, mídias sociais e smartphone em recuperação. Que regras passou a adotar?

Sieberg – Há algumas regras básicas que tento seguir todo dia e incluem não colocar meu smartphone para carregar no meu quarto, não colocá-lo em cima da mesa durante as refeições, a não ser que seja absolutamente necessário, e garantir que eu foque nos meus relacionamentos “ao vivo” e não somente on-line. Como disse, amo tecnologia e não sou perfeito, mas procuro ter autocontrole e me sinto confiante. E espero que as pessoas sintam o mesmo ao ler o livro.

UOL Tecnologia – Hoje em dia, até mesmo crianças sabem ver fotos num iPhone. Como é a relação da sua filha com tecnologia?

Sieberg - Minha filha acabou de fazer um ano de idade e toda vez que vê um laptop ou smartphone quer mexer. Mas a regra é que ela só pode brincar se estiverem desligados. A minha opinião como pai, antes de mais nada, é que ela não precisa dessa interação com tecnologia agora e não sei quando vou permitir mais acesso. Ela também não assiste à TV. Quando for a hora para ela aprender sobre tecnologia, estou tranquilo que será rápido. Por enquanto, ela pode descobrir o mundo ao seu redor sem distrações digitais.

A única exceção é a videochamada, porque a minha família vive no Canadá e nós moramos em Nova York e, assim, meus pais conseguem participar mais da vida dela. Eles até estiveram “presentes” virtualmente da festa de aniversário dela. A questão em torno da tecnologia é sobre como encontrar os melhores usos para ela. Ninguém espera perfeição e escolhas sempre precisão ser feitas a respeito do seu uso em nossas vidas. A chave é lembrar que nós podemos fazer essas escolhas.

Os quatro passos da dieta digital

1) Não usar nenhum tipo de gadget, como smartphone e tablet, ou acessar as redes sociais, a exemplo de Facebook e Twitter, por um ou dois dias. A ideia é avaliar como a tecnologia domina o seu dia a dia e o impacto que ela tem nas suas relações com as pessoas.
2) Fazer um balanço do número de gadgets e de redes sociais e blogs que acessa usando o “índice de peso virtual”.
3) Restabelecer relações pessoais que possam ter sido afetadas de alguma maneira pelo uso da tecnologia.
4) Incorporar as tecnologias realmente necessárias e até algumas que ajudam a gerenciar a sua vida, como aplicativos que indicam perda de peso, que impedem o envio de mensagens enquanto se dirige ou que organizam calendário.

Mais sobre o assunto no Portal UOL Tecnologia

Lançamento da Escola Virtual do MERCOSUL

Nesta terça-feira, dia 06 de dezembro, foi lançada no auditório da Biblioteca Nacional, em Brasília, a Escola Virtual do MERCOSUL, rede de formação e capacitação virtual, integrada por especialistas e instituições de reconhecimento internacional e com representação nos quatro países do MERCOSUL, que tem como objetivo desenvolver a economia digital e promover a integração econômica no bloco.

Na cerimônia, além dos anfitriões, o Ministro de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante, e a Embaixadora da Delegação da União Europeia no Brasil, Ana Paula Zacarias, estiveram reunidos autoridades, especialistas e profissionais de instituições, atuantes em diferentes instâncias do poder público e privado no Brasil e no âmbito do MERCOSUL.

A Escola Virtual do MERCOSUL é uma iniciativa inovadora de intercâmbio de experiências e conhecimentos e aprendizagem. Trata-se de um centro de referência por sua qualidade formativa, alto nível e impacto das metodologias aplicadas em temas estratégicos da Sociedade da Informação e Comércio Eletrônico.

A Escola Virtual do MERCOSUL está constituída por cursos de capacitação online, serviços de informação e comunidades de prática, para micro, pequenos e médios empresários, instituições de ensino e pesquisa, e organizações, dos setores privado e público, nas esferas federal, estadual e municipal, além de atores da sociedade civil.

Entre os produtos oferecidos estão cursos de formação prática, com a presença de tutores especializados; oficinas; conferências; seminários e fóruns online; com conteúdos de alta qualidade, elaborados por especialistas da área. As temáticas desenvolvidas prioritariamente são na área de Comércio Eletrônico e abordam assuntos como negócios pela internet, segurança em assinatura digital e eletrônica, redes sociais e posicionamento web, aspectos legais, regulatórios, tributários e alfandegários de comércio eletrônico.

A Escola Virtual do MERCOSUL é um dos principais resultados do projeto Mercosul Digital, iniciativa de cooperação internacional entre a União Europeia e o MERCOSUL. Concebida com a preocupação de ser sustentável, com uso intensivo das Tecnologias da Informação e Comunicação e novas mídias, foi desenhada a serviço da educação virtual, com a proposta de tornar-se um modelo efetivo de Gestão do Conhecimento.

Entre os benefícios para o bloco MERCOSUL estão: reduzir as assimetrias no acesso ao Comércio Eletrônico e uso das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs); promover negócios pela internet, no MERCOSUL e América Latina; e contribuir para o crescimento econômico no bloco, além de desenvolver e consolidar a Sociedade da Informação nos países do MERCOSUL, através do aumento da capacitação.

Para mais informações, acesse: www.escolavirtualmercosul.org

Arquivo Público da Bahia não comporta mais documentos

As instalações do Arquivo Público da Bahia (APB), a Quinta do Tanque, não tem mais capacidade de armazenar mais documentos. No local, são preservados os arquivos que tem calor histórico ou que já perderam o valor de natureza administrativa e se conservam em razão do seu valor documental. Para não se perder os documentos mais importantes, uma seleção do que entra começou a ser feita em 2010, com o Programa Estadual de Gestão de Documentos, que orienta órgão e entidades da administração pública sobre os procedimentos necessários para o armazenamento arquivístico.

“Essa avaliação é feita por Comissões de Avaliações, formadas em cada órgão do Estado”, explicou ao A Tarde a coordenadora de Arquivos Intermediários, Adriana Souza Silva. O local que padece de espaço também não tem estrutura física para esta atividade. Para prevenir incêndios, devido à condição precária de rede elétrica, o primeiro andar do prédio está sem iluminação há dez dias.

Fonte: Bahia Notícias

Diárias de hotéis no Brasil superam as de Dubai

As diárias nos hotéis brasileiros aumentaram em 11 dos 13 destinos analisados pelo site de hospedagem Hoteis.com. Encabeçando a lista das cidades mais caras está o Rio de Janeiro, com preço médio de R$ 328 por noite. Para se ter uma ideia, o valor supera os R$ 314 cobrados pela hospedagem em Dubai, nos Emirados Árabes.

Na ausência de novos empreendimentos na cidade e diante da espetacular valorização do real, a hospedagem na capital carioca também impressiona o turista estrangeiro. Quando o parâmetro são os hotéis quatro estrelas, o quarto no Rio é o mais caro do mundo, com média de R$ 528.

Depois de reajustar as tarifas em 17%, São Paulo ocupa o segundo lugar no ranking das cidades brasileiras mais caras. Alimentada pela demanda corporativa, a diária na megalópole custa, em média, R$ 281. Em seguida aparece Aracaju, capital de Sergipe, com preço médio de R$ 253.

Quando considerado o salto nos preços praticados, contudo, é Curitiba quem sai na frente, com aumento de 28% na diária em relação ao primeiro semestre do ano passado. Hoje, o valor médio para se hospedar na capital do Paraná é de R$ 210. Os valores foram calculados pelo HPI (Hotel Price Index), um índice que leva em conta as diárias feitas através do site Hoteis.com em mais de 125 mil estabelecimentos ao redor do mundo.

Confira a lista das cidades onde a hospedagem custa mais caro para o brasileiro:

Fonte: Gente & Mercado

MOBILIZAÇÃO CONTRA A VIOLÊNCIA – A FAVOR DA PAZ!

Hora
domingo, 7 de agosto · 10:00 – 13:00

Localização
Concentração no monumento a Cleriston Andrade, na Garibaldi, às 9 horas. De lá caminhamos até a orla da Ondina às 10.

 

Criado por

Mais informações
Já chega de violência em Salvador! Queremos segurança já!!!!!
Convidamos todos os soteropolitanos para caminhar lado a lado pedindo paz em nossa cidade e ações governamentais contra a violência sejam imediatas.
Vistam-se de branco! Tragam cartazes, faixas e/ou bolas de soprar brancas ou azuis!

Concentração no monumento a Cleriston Andrade, na Garibaldi, às 9 horas. De lá partimos para a orla da Ondina às 10.

“Por que caminhos você vai e volta?
aonde você nunca vai
e que esquinas você nunca para?
à que horas você nunca sai?
Há quanto tempo você sente medo?
Quantos amigos você ja perdeu?
Entrincheirado vivendo em segredo
e ainda diz que não é problema seu.”
Paralamas do Sucesso

ATENÇÃO!!!
Nosso movimento não tem intenções políticas. Somos apenas a população querendo mudar nosso presente e nosso futuro. Queremos viver numa cidade melhor! Nosso movimento quer apenas PAZ. Será uma passeata pacífica, não queremos ofender nem agredir ninguém. Quem quiser participar venha em PAZ.Ver mais

 

Vamos aderir a essa campanha!

Revista Fonte – Edições para download

No site da Revista Fonte, você tem acesso a diversos artigos voltados para a Gestão do Conhecimento, Segurança da Informação, Educação, Novas Tecnologias, Certificação Digital, Documentos e outros temas.

São 10 edições que estão disponíveis para download. Vale a pena a conferir!

http://www.prodemge.gov.br/revista-fonte

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